segunda-feira, 1 de abril de 2019

O sonho de uma mãe - Parte 9

...continuação.

Eduardo - Por favor Luana, vamos embora!

Luana - Não mesmo! Acabamos de chegar e depois do que acabou de acontecer você não tem mais com que se envergonhar.

 Era muito difícil algum rapaz passar por Eduardo sem olhar de cima a baixo. Luana foi para o meio da festa e Eduardo a seguiu para não ficar sozinho cercado de olhares de cobiça ou estranhamento. Luana viu suas amigas e foi ao encontro delas, Eduardo paralisou quando reconheceu algumas das garotas, eram as mesmas que estavam no shopping naquele dia humilhante, inclusive a garota que estava na praça de alimentação com Luana.

Luana - Oi amigas! Essa é a Duda, minha mais nova amiga.

Katia - Eu estou reconhecendo você Duda... Ah não! Estou passada! Luana, é ele... ela... não sei?

 Eduardo não conseguia dizer uma palavra sequer, as garotas que estavam no shopping naquele dia ficaram impressionadas, as que não foram já sabiam do ocorrido através de suas amigas, agora todas sabiam que aquela garota de belas pernas era Eduardo.

Katia - Nossa! Você está linda, muito mais feminina agora, continua ousada com esse vestido, mas aquele shortinho no shopping mostrando a popa da bunda nem eu usaria, parabéns amiga!

 As garotas começaram a fazer perguntas e comentários que Eduardo não queria responder, ou não sabia como responder.

Ana - Fiquei sabendo que você ficou toda sem graça comprando só calcinhas bem quentes, será que elas não apertam muito? Não dói apertar ele?

Luana - Deve ser tão pequeno que nem sente kkk.

Katia - Você já deu a bunda pra algum garoto? 

Eduardo (constrangido) - Claro que não!

Luana - Será? Fiquei sabendo que o Jean pegou um garoto de calcinha na escola e levou pra casa, dizem que é o mesmo garoto das meias, ou seja, você!

Katia - Então quer dizer que você deu pro Jean! Sua safada!

Eduardo (nervoso) - Não! Eu não dei para ninguém!

Ana - Falando nisso, olha só quem está ali!

 O coração de Eduardo parou por um instante ao ver Jean se aproximando, ele sentiu uma tontura quando Katia o chamou.

Jean - Oi meninas!

 Jean cumprimentou todas as garotas com um beijo no rosto, inclusive Eduardo que estava em choque.

Katia - kkk, pela reação da Duda tá na cara que vocês se conhecem muito bem. 

 Jean não reconheceu Eduardo, mas gostou da garota sexy e tímida tentando se esconder atrás das outras.

Jean - Eu não a conheço, mas podemos nos conhecer!

Luana - Olha bem pra cara dele Jean kkk, eu caprichei na maquiagem!

 Jean olhou fixamente e quando se deu conta ficou sem reação por alguns segundos.

Jean - Nossa! É sério que é você mesmo viadinho? Sabia que você não passava de uma mocinha.

 Eduardo estava sem ar, suas mãos estavam trêmulas e seu rosto queimando, ele queria sair correndo. Já Jean começou a rir e chamou seus amigos, mas o fato é que ele achou Eduardo muito atraente.

Jean - Olhem só amigos quem resolver assumir!

Carlos - Quem é a gata?

Junior - Ei! É um travesti!

Jean - É o garoto das meias!

Carlos - O quê!?

Junior - Fala sério! É o amigo do Luis? Não é que ele leva jeito pra ser menina!

 Eduardo apenas permaneceu de cabeça baixa, era o fim de sua reputação.

Jean - E além de ser um maricas é uma piriguete, olhem o tamanho do vestidinho!

Carlos - A vadia que tava na moto era ele!

 Todos se impressionaram novamente.

Jean - Já que ela é tão sem vergonha vai dançar funk lá na frente com as outras vadias. Com licença meninas.

 Jean e os amigos levaram Eduardo até a pista onde todos estavam dançando, as mulheres rebolavam na frentes dos homens.

Jean - Vai mocinha! Comece a dançar!

 Eduardo mal conseguia se mover, menos ainda dançar.

Jean - Vai! Rebola! Não tava toda safada na moto? Meninas! Venham aqui!

 A pedido de Jean, as garotas que estavam dançando cercaram Eduardo, uma segurou suas mãos e as outras encostadas nele começaram a dançar sensualmente, forçando Eduardo a se mexer também.

Meninas - Por que vocês não ajudam ela a se soltar na dança? Venham!

 Jean então ficou atrás de Eduardo, que estava horrorizado, segurou firme em suas ancas e começou a dançar sensualmente, se esfregando atrás de Eduardo.

Jean - Coloca as mãos nos joelhos e rebola agora!

 Assustado, Eduardo fez o que Jean ordenou, rebolando sem jeito e com muita vergonha, colocou as mãos nos joelhos fazendo seu vestido subir, sentindo o volume crescente na calça de Jean. Os garotos e as garotas que o rodeavam vibravam com a cena.

 Os dois logo pararam de dançar, mas Jean continuou agarrado atrás dele rindo, tirando sarro com os amigos, mas também para não expor a protuberância na calça. Para a "sorte" de Eduardo, Luana e as amigas vieram buscá-lo e depois apenas Luana o acompanhou de volta pra casa, ela se deu por satisfeita com a humilhação de Eduardo, que foi dormir do jeito que estava vestido, pensando como enfrentaria os colegas na escola e como se livrar de tão severa punição que virou um fetiche para sua mãe.

sábado, 9 de março de 2019

A Mãe Costureira (parte 4)

 Não ia continuar essa história, mas muitas leitoras me pediram para continuar.

...continuação.

 Acordei como alguém que bebeu muito na noite anterior, não com sensação de ressaca, mas envergonhado pelo que fiz, não queria acreditar nas minhas lembranças, nas sensações que tive.

 A primeira coisa que fiz foi tirar a calcinha e tomar um banho, após isso fiquei com vergonha de ir a cozinha e encontrar minha mãe.

Mãe (sorrindo) - Bom dia Juliana!

Eu (corado) - Oh mãe, isso não tem graça!

Mãe - Calma filho! Fique feliz, pois já vou começar a anunciar vários modelos de roupas daquelas mulheres no site, o ateliê está cheio, vou ter que guardar algumas roupas na garagem.

Eu - Pelo menos algo bom.

Mãe - Outra notícia boa é que você não vai mais precisar ir ao correio despachar os pedidos, eles mesmos virão recolher, só vou precisar que você me ajude nas embalagens. Isso não é ótimo!

Eu - Sim, com isso podemos comprar aquele vídeo game que lançou!

Mãe - Sim, você mesmo vai poder ir na loja e comprar seus jogos!

Eu - Sério mãe? Que legal!

Mãe - Sim, mas para isso você vai ter que posar com as novas roupas que elas mandaram.

Eu - Oh, eu sabia que tava bom demais para ser verdade. Contrate uma modelo mãe!

Mãe - Não podemos fazer isso ainda, e lembre-se que vou te pagar tão bem quanto uma modelo contratada, você vai poder comprar mais do que consoles.

 Eu fiquei confuso, não sabia se ficava feliz pelo dinheiro que ia ganhar ou triste pelo que tinha que me sujeitar para ganhar, mas depois de ontem nada poderia ser pior, eu acho.

 Horas depois:

Mãe - Vem filho!

Eu (cabisbaixo) - Droga! Vai começar de novo.

 Quando entrei no ateliê fiquei surpreso com a quantidade de roupas femininas, estava mesmo cheio de caixas de roupas.

Eu - Nossa! Eu vou ter que vestir todos esses modelos?

Mãe - Hoje só alguns, agora vista isso!

Eu - Calcinha e sutiã de novo!

Mãe - Sim filho, pensei que não precisávamos mais discutir sobre isso.

 Fui ao banheiro vestir a lingerie, tinha parte em renda, a calcinha não cobria toda a bunda, mas pelo menos não era enfiada como outras que tinha usado.


 A vergonha de ficar de lingerie na frente da minha mãe era algo que eu não superava.

Eu - Esse vestido vai caber em mim?

Mãe - Eu te ajudo a vestir.

 Eu levantei os braços para minha mãe deslizar o vestido azul de personagem M e M, era apertado, bem colado no corpo, minha mãe puxou tudo mas minhas coxas ficaram de fora. O vestido tão curto me deixava corado, para piorar tive que calçar salto altos.

Mãe - Pose direito! Como uma garota!

 As poses para as fotos também eram humilhantes.

Como essas

 Fiquei puxando o vestido para garantir que cobria minha bunda, uma sensação diferente surgia quando sentia o ar nas minhas pernas nuas e o vestido colado no meu corpo.

Mãe - Ótima! Agora o vestido azul de renda.

 Outro vestido curto, em renda e com transparência, mas tinha uma camada de seda por baixo, o cinto acima da cintura dava um toque ainda mais feminino.

Mãe - Agora segura nos lados e junta as pernas igual eu.

Eu - Tem que fazer isso mesmo?

Mãe - Claro que sim!

O vestido igual a esse com a mesma pose

Mãe - Você tá muito chato, a Juliana é mais legal, volta pra sua personagem!

Eu - Não precisa mais mãe, foi pelas suas clientes.

Mãe - Pois eu quero que você seja Juliana agora! E você vai passar melhor por isso sendo ela.

 Depois do que ocorreu no dia anterior, como se eu tivesse sido tomado pela Juliana, não queria mais imitar uma garota, algo estranho aconteceu comigo naquele momento, mas minha mãe usou um tom de ordem, então era melhor convencê-la, e por um lado ela tinha razão sobre passar melhor por isso como um personagem.

Mãe - Podemos continuar Juliana?

Eu - Sim mamis!

Mãe - Ain! Adorei isso!

 Realmente como Juliana era mais fácil agir como uma garota bem feminina, tanto na fala como nos gestos. Mas quando minha mãe me mostrou o que eu deveria vestir eu meio que excitei.

Mãe - Essa sainha de oncinha não é fofa?

Eu - Ai mamis! Será que vai servir em mim?

Mãe - Vá se trocar e veremos!

 Já despido no banheiro, levantei a mini saia de oncinha, subia apertada pelas minhas pernas, e antes de cobrir a parte superior da calcinha, já estava no limite da minha bunda, quando terminei de vestir fiquei em choque com a micro saia tão curta que mostrava a popa da bunda.

 Em seguida vesti o top branco de tecido bem fino que cobria apenas meu peito.

Mãe - Pronta filha?

 Mesmo bem feminina como Juliana, o fato de saber que eu estava tão sensual me deixou inseguro. Calcei os salto altos e saí para impressionar minha mãe.

Mãe - Ual! Vamos as fotos!

 Fazia poses conforme minha mãe mandava, meu rosto estava corando.

Posei dessa forma

Mãe - Se solta mais filha!

 Afim de que eu fosse mais feminina, minha mãe lembrou da noite anterior e começou a me elogiar a cada foto, mas ela lembrou de outra coisa, me entregando para vestir a menor calcinha fio dental que havia ali.

 Ao vestir novamente a pequena tanguinha, quanto mais eu puxava mais sentia enfiando na bunda.


 Vesti novamente a sainha e voltei para tirar mais fotos.

Mãe - Você ama essa calcinha né filha?

Eu (corado) - Não sei mamis.

Mãe - Diga pra mim! Diga que ama essa calcinha!

Eu - Ain eu amo essa calcinha!

 Minha mãe percebeu que eu parecia mais solto e afeminado sentindo uma calcinha bem socada na bunda.

Mãe - Por que você ama essa calcinha?

Eu - Não sei dizer, ela é confortável mamis.

Mãe - Então você pode ficar com ela, um presente pra minha filha linda!

Eu (corado) - Ain! Obrigada mamis!

 Eu não sei explicar o que houve, mas conforme minha mãe me elogiava no feminino e com a bunda engolindo a calcinha, comecei a me empolgar como na noite anterior.

Mãe - Isso gatona! Está maravilhosa!

Comecei a fazer poses mais femininas e sensuais como essa



Mãe - Nossa filha! Você sabia que você é sexy?

Eu - Ain, sou mamis?

Mãe - Sim, você é quente!

 Deixei Juliana me tomar novamente, posei com a bunda empinada, dedo na boca e de quatro no sofá.

 Após isso tiramos fotos com outras roupas e eu continuei bem feminina. Fomos almoçar e eu estava de vestidinho, conversando com a minha mãe como duas garotas, para piorar, estava gostando disso, estava excitado.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

O sonho de uma mãe - Parte 8

...continuação.

 Eduardo acordou cedo, ao se ver em seu traje de dormir ficou envergonhado, então foi logo ao guarda roupa para se trocar.

Eduardo (pensando) - Droga! Só tem roupas de piriguete aqui, seria menos pior se pudesse pegar emprestado da minha irmã, mas qualquer coisa é melhor do que esse babydoll.

 Devido ao orgulho que ainda restava, ele jamais escolheria uma saia ou um vestido, apesar da calça legging escolhida ser extremamente feminina, rosa forte e bem colada no corpo, mas o que mais o incomodava era a saia franzida, que ao menos cobria seu bumbum e não marcava a calcinha.

Igual a essa

Vista por trás
 Quando compraram essa calça, ela veio em conjunto com um top fitness com bojo, que Eduardo sabia que deveria usar junto com a calça, ele tirou o sutiã e vestiu o top com um pouco de dificuldade por ser apertado.

Igual a esse
 Eduardo ficou constrangido pelo fato do top ser tão pequeno quanto um sutiã, expondo sua barriga, que era muito fina para um garoto e bem reta para quem era gordinho na infância. Foi justamente o rápido emagrecimento que o deixou com a barriga sequinha, mas o bumbum grande e as coxas maiores não acompanharam.

 Ainda com as pantufas de unicórnio, Eduardo saiu do quarto, ainda estava cedo, mas para sua surpresa, sua mãe já estava acordada.

Mãe - Nossa! Bela escolha de look!

Eduardo (vermelho) - Já está acordada.

Mãe - Vou preparar o café. Já que você acordou antes do seu irmão, vá para padaria comprar os pães!

 Eduardo arregalou os olhos e seu coração disparou com esse pedido.

Mãe - Não se preocupe! Pegue sua viseira de praia que compramos ontem.

 Tremendo, Eduardo foi até o quarto pegar sua viseira rosa da Hello Kitty com aba brilhante.

Igual a essa
Eduardo - Oh mãe! Isso não é o suficiente, não me faça sair assim! Por favor!

Mãe - Você tem razão. Venha comigo!

 Ele acompanhou sua mãe até o quarto dela, mas logo se arrependeu de ter reclamado quando sua mãe começou a aplicar rímel em seus cílios, brilho labial com Glitter e um pouco de blush rosa em suas bochechas. 

Mãe - E claro que você não vai de pantufas, calce a sandália de salto alto rosa que compramos ontem!

 Eduardo calçou os saltos ficando com o bumbum ainda mais arrebitado. Com muito nervosismo, ele relutou em sair, mas sua mãe o conduziu até a porta.

Mãe - E não me volte aqui sem pães bem quentinhos!

 A padaria ficava na rua de trás, então ele deveria dar a volta no quarteirão, passando pela praça, que era bem frequentada pela manhã. De calça legging, viseira e top rosa, com saltos altos e maquiagem, Eduardo sabia o quanto estava chamando atenção, então saiu da frente da sua casa rapidamente para não ser reconhecido por um vizinho.

 A caminhada mais difícil de sua vida começava, apesar de ter ido ao shopping com roupas sensuais e ter chamado muita atenção, naquela ocasião estar acompanhado da família passava o mínimo de segurança, agora ele estava sozinho.

 Eduardo abaixou a aba da viseira rosa o quanto pôde, ele gostaria de andar mais rápido ou até correr, mas os saltos de 12 centímetros limitavam sua velocidade, estava tão fora de si que nem passou pela cabeça que poderia tirar os salto altos no percurso. 

 Enfim foi visto pela primeira vez, um carro que passou vindo de trás buzinou mas estava rápido e foi embora, foi o suficiente para o coração disparar. Em seguida veio uma moto de frente e diminuiu a velocidade ao passar por ele, buzinou duas vezes e o motociclista virou a cabeça para vê-lo por trás. Realmente ele estava muito atraente para qualquer homem que não o reconhecesse. Ao virar a esquina, se aproximou um carro com dois rapazes, diminuiu a velocidade e buzinou.

Rapaz - Tá de parabéns hein gatinha! Quer uma carona princesa?

 Eduardo não disse nada e seguiu andando, estava em choque.

Rapaz - Responde linda! Olha que quem se cala consente.

Eduardo (falou baixinho) - Não, obrigado!

Rapaz - Nossa! Que delicia de voz de novinha!

 A maioria dos seus colegas já haviam engrossado a voz, mas Eduardo ainda tinha uma voz infantil quando falava baixo.

 Para o alívio de Eduardo os rapazes foram embora, o outro rapaz que estava no banco do carona viu Eduardo mais de perto e logo desconfiou de que era um travesti, o motorista que flertou ficou envergonhado com as provocações do amigo, mas em sua mente ainda o desejava.

 O alívio de Eduardo durou pouco, pois agora ele deveria passar pela praça, onde haviam muitas pessoas fazendo exercícios matinais, mas por incrível que pareça ele não chamou muita atenção lá, pois haviam mulheres com roupas semelhantes as dele fazendo caminhada e outros exercícios, então no geral ele era só mais uma.

Eduardo (pensando) - Todas essas mulheres estão de tênis, só eu com essa porcaria de saltos.

 Finalmente ele chegou na padaria, que ficava ao lado da praça, por ser de manhã estava cheia de gente, ele teve que esperar na fila para fazer seu pedido, tentando se esconder atrás da mulher que aguardava em sua frente e sendo observado com satisfação pelo homem que aguardava atrás.

 Na correria do serviço, o padeiro não reparou nele, mas no caixa chamou a atenção da atendente, que ficou desconfiada, ela conhecia Eduardo como cliente, mas ela não relacionou isso na hora.

Atendente (pensando) - Mesmo sendo uma travesti os homens continuam olhando.

 Antes de sair da padaria, Eduardo ouve uma voz familiar o chamando pelo nome, era Luana. Ele arregalou os olhos e perdeu o equilibro quando a viu.

Luana - Nossa Eduardo! É você mesmo! Se não te visse montado no shopping ontem, nem te reconheceria!

Eduardo - Oh, fale baixo!

Luana - Desculpe, é que eu ainda custo a acreditar nesse seu outro lado. Passei a noite toda lembrando de você no shopping e agora te vejo assim, e para me impressionar ainda mais, você se sai muito bem como menina, está linda!

Eduardo (corado) - Não diga isso Luana! E por favor! Não conte isso a ninguém!

Luana - Eu sei, sua mãe já conversou comigo, mas vou na sua casa hoje! Até mais tarde!

 Eduardo pensou brevemente sobre o que sua mãe teria conversado com Luana, mas no momento ele tinha que enfrentar todo o caminho de volta pra casa, sendo observado e ouvindo buzinadas dos carros que passavam por ele.

Mãe - Você demorou.

Eduardo - Tinha fila na padaria, e não ando rápido com esses salto altos.

Irmã - Nossa! Você saiu assim sozinho? Aposto que levou várias cantadas na rua.

 Eduardo ficou ainda mais envergonhado com o comentário de sua irmã, já seu irmão mais novo apenas o observava e escondia sua protuberância na calça.

 Mãe - Quando terminar de comer, vá lavar suas calcinhas! Não sou obrigada a lavar elas no estado em que você as deixa.

Eduardo - Não precisava ter dito isso agora mãe!

 Após o café da manhã, Eduardo foi a lavanderia para lavar suas calcinhas. Era humilhante para ele ter que lavar calcinhas, ainda mais sendo dele mesmo. Ao estender as calcinhas no varal, vendo elas tão pequenas, delicadas, com rendas e babados, custava a acreditar que ele as teria usado, mas ao sentir o fio dental enfiado na bunda, ele rapidamente acreditava.

Eduardo (pensando) - Até quando a mãe vai me deixar assim?

 Mais tarde, Eduardo estava em seu quarto pensando em tudo que aconteceu de manhã, quando ouve a campainha e logo depois sua mãe o chama. Ele não queria descer sabendo que chegou alguma visita.

Luana - Sou eu Eduardo!

 Isso não o deixou aliviado, mas já que Luana sabia de tudo não tinha porque se esconder.

Luana - Oi Eduardo! Estranho te chamar por esse nome te vendo assim, que tal Eduarda? Ou melhor, Duda!

 Eduardo sentiu raiva nesse momento, estava a ponto de gritar com Luana.

Mãe - Ela está certa! E também causa menos estranhamento das pessoas.

Luana - Vamos ao seu quarto para ver as roupas novas!

Mãe - Mostre a ela Duda! kkk gostei.

 No quarto, Luana ficou maravilhada ao abrir o guarda roupas.

Luana - Nossa Duda! É uma roupinha mais fofa que a outra! Você é uma menina de sorte.

Eduardo - Por que você se refere a mim no feminino? Você sabe que sou um garoto!

Luana - Você já se olhou no espelho? Já viu seu quarto? Suas roupas? Pois o que vejo é uma linda menina, então vou te chamar pelo que estou vendo. Amei esse vestidinho vermelho, veste ele pra mim!

Eduardo - Pra quê?

Luana - Pra ninguém da escola saber do seu segredinho.

 Agora Eduardo sabia que estava nas mãos de Luana.

Luana - E com essa calcinha pra combinar, o sutiã pode ser qualquer um sem alças.

Eduardo - Mas espere lá fora!

 Sozinho no quarto, Eduardo tirou o top com dificuldade, depois a calça legging e a calcinha fio dental preta. Em seguida pegou a calcinha vermelha fio dental com babado em renda escolhida por Luana.

Igual a essa
Vista por trás
 O sutiã sem alças foi o primeiro que ele usou na parte 4.
Igual a esse

 Em seguida ele vestiu o vestido vermelho de alças ajustáveis, que mais uma vez estavam no máximo e ele não percebeu. O vestido tem um laço de enfeite na cintura e um charmoso acabamento, além de ser curtíssimo.

Igual a esse

Visto por trás
Luana - Posso entrar?

Eduardo (envergonhado) - Pode.

Luana - Nossa! Que linda! Com esse vestido não pode soprar a menor brisa kkk.

Eduardo - Já viu né, vou tirar.

Luana - Claro que não! Agora vamos melhorar essa maquiagem, trouxe um batom vermelho ótimo que vai combinar com o seu look.

 Eduardo não sabia como reagir enquanto Luana removia a maquiagem que ele já usava para fazer a nova, aquela garota por quem ele se sentia atraído agora o tratava como uma de suas amigas.

Luana - Você descuidou muito do seu rosto! Vou aplicar essa mascara facial esfoliante e você vai ver como sua pele vai ficar macia e delicada.

Eduardo - Não preciso disso!

Luana - Precisa sim! Fique aí relaxando seu rosto enquanto arrumo seu cabelo!

Eduardo - Ei! O que está fazendo com o meu cabelo?

Luana - Estou alisando, agora fique parado enquanto passo a chapinha!

 Conforme Luana alisava seus cachos, Eduardo sentia seus cabelos parecendo bem maiores, cobrindo suas orelhas e indo quase até os ombros, com o creme no rosto não podia ver direito. Em seguida, ele sentiu algo frio passando em suas orelhas que as deixou dormentes, depois sentiu uma forte pressão.

Eduardo - Ai! O que está fazendo? Machucou minhas orelhas!

Luana - Pare de reclamar! Apenas perfurei para você poder usar brincos.

 Eduardo ficou assustado, mais pela empolgação de Luana do que com suas orelhas furadas.

Luana - Agora vou prender o seu cabelo para você lavar o rosto.

 Feito isso, Eduardo sentiu a pele do seu rosto lisinha e parecendo mais fina e delicada.

Luana - Seu rosto parece bem melhor, mas ainda assim vou gastar um pouco de base.

 Luana era boa na maquiagem, após aplicar a base, aplicou também rímel, lápis de olho, blush e o batom vermelho. Ao soltar os cabelos de Eduardo, ela mesma ficou impressionada com o seu trabalho.

Luana - Nossa! Não sabia que eu era tão boa. Você está linda!

 Insatisfeito, porém curioso, Eduardo foi em direção ao espelho grande, ao ver seu reflexo suas pernas estremeceram, sua respiração parou por alguns segundos, vendo no espelho uma garota tão atraente até para ele se não fosse ele próprio.

Luana - Ficou deslumbrado né!

Eduardo (assustado) - Essa não sou eu! Eu não sou uma garota!

Luana - É sim! Agora senta aí pra fazer as unhas!

 Luana tratou rapidamente das unhas de Eduardo e passou esmalte vermelho nas unhas das mãos e dos pés. Quando secou ele calçou suas sandálias de salto alto.

Luana - Atenção família! Ela está pronta!

 Quando Eduardo desceu as escadas para ir a sala, todos ficaram de queixo caído, seu irmão se apaixonou pela "nova irmã".

Mãe - Nossa! Estou emocionada, ótimo trabalho Luana!

Irmã - O que é isso gente! É o Eduardo mesmo?

Luana - Era, agora é Eduarda!

 Eduardo simplesmente não conseguia dizer nada, depois que se viu no espelho ele sabia que elas estavam certas.

Luana - Já anoiteceu, é melhor irmos!

Eduardo - Ir pra onde?

Luana - Você não viu que estão montando um parque de diversões na praça, hoje é a inauguração e vai ter uma balada, vai ter até DJ.

 Eduardo sentiu um grande frio na espinha em saber que sairia para uma festa parecendo uma garota sexy.

Luana - Não se preocupe, dificilmente alguém vai te reconhecer assim, ainda mais a noite e no meio da multidão.

Irmã - Mais tarde eu vou também, a gente se vê lá.

Mãe - Vá se divertir Duda! Não quer que eu te leve né? E não esqueça sua bolsinha.

 Meio fora de si, Eduardo já estava na rua com Luana, que era uma garota bonita, mas seu vestido não era tão curto quanto o de Eduardo, e sua maquiagem também não era tão forte, se não fossem as coxas de fora, o forte batom vermelho de Eduardo já bastava para chamar a atenção, por isso qualquer homem que passava de carro, moto ou a pé olhava fixamente para ele, na expectativa de bater pelo menos um ventinho para levantar só um pouco seu vestido.

 A bolsa que ele carregava era pequena, vermelha combinando com seu visual, para aumentar seu constrangimento, dentro dela haviam um kit de maquiagem e um absorvente interno, o famoso tampão.

 Enquanto caminhavam, se aproximaram dois caras de motos, cada um na sua moto.

Rapazes - Oi gatinhas!

Luana - Oi meninos!

Rapaz - Sua amiga é tímida? Não me disse oi.

Luana - É um pouco.

 Os dois rapazes sorriram.

Rapaz - Estão indo para a balada do parque né. Querem uma carona?

Luana - Mas é tão pertinho!

Rapaz - Venham! Vamos dar uma volta nessas máquinas!

Luana - Ain! Adoro motos potentes! Vamos sim!

Eduardo - Não! Não Luana!

 Eduardo ficou muito angustiado, ir de carona com um rapaz desconhecido, e como ia andar de moto com aquele vestidinho? Ele já tinha visto como as garotas ficam empinadas nessas motos.

Eram motos como essas, as garotas na garupa devem estar pelo menos de shortinho
 Mas ele não teve opção, Luana subiu na moto vermelha e o cara na moto branca sorriu pra ele.

Luana - Não olhem para ela meninos! Ela é meio tímida.

 Os rapazes viraram o rosto para Eduardo subir na moto e eles não terem a visão de sua calcinha, se é que era possível ver uma calcinha tão pequena. Ele se apoiou nos ombros largos do motoqueiro, pisou no estribo e muito constrangido levantou a outra perna sentindo o ar soprar em suas pregas, em seguida sentiu sua bunda em contato direto com o banco da moto.

Rapazes - Podemos ir princesas?

 Eduardo tentava puxar a parte de trás do vestido que estava deixando a mostra a popa da bunda, se ele conseguisse puxar para poder sentar em cima igual a Luana, não subiria com o vento, mas ele estava empinado demais e o vestido era muito curto para conseguir fazer isso, já na parte da frente, se não fosse o piloto impedindo a visão seria possível ver toda a calcinha com seu pequeno volume.

Eduardo - Ain! Por favor, vai devagar!

Rapaz - Não se preocupe linda, eu piloto desde criança.

 De longe se ouvia o forte ronco dos motores das motos, os dois aceleraram, a primeira coisa que Eduardo sentiu foi seu vestido balançar no vento deixando sua bunda com o fio dental de babados a mostra, para o deleite do amigo que ia atrás com Luana. Eduardo queria se cobrir com a mão, mas o medo da velocidade o fez segurar firme no piloto que gostou.

Eduardo - Olhe! Já chegamos!

Rapaz - Não deu 1 minuto, vamos dar mais uma volta!

 Com medo e com a concordância de Luana, eles continuaram dando voltas na praça chamando a atenção de todos.

Rapaz - Abaixa mais as mãos!

Eduardo - Como assim?

Rapaz - Você está agarradinha na minha cintura, abaixa mais as mãos!

 Eduardo fez o que o motoqueiro pediu, repousando as mãos logo abaixo do umbigo do rapaz.

Rapaz - Ei gata! Pode descer as mãos!

 Eduardo, se sentindo intimidado, abaixou as mãos até a fivela do cinto do rapaz.

Rapaz - Vamos! Só mais um pouco!

 Para isso Eduardo tinha que se abaixar e empinar mais a bunda para poder alcançar onde seu piloto queria. Se sentindo totalmente derrotado e sem saída, assim ele fez, o rapaz se deliciou com as mãos pequenas de Eduardo sobre seu volume ereto na calça, já Eduardo estava quase de quatro na moto, sendo possível ver o entorno de suas pregas com a calcinha fio dental enfiada, se a polícia visse, certamente seria parado por atentado ao pudor, mas a praça estava cheia de jovens que também se deliciavam com a cena, entre eles estavam seus irmãos, que ficaram chocados e fingiam não conhecer o que parecia ser uma prostituta abusando de seu macho. 

 Para piorar, o rapaz acelerava e freava a moto bruscamente, fazendo a bunda de Eduardo balançar, como se ele estivesse dançando o funk que tocava, fazendo suas mãos apertarem seu pênis para se segurar. Em certo momento o rapaz freou tão forte que levantou a parte traseira da moto ficando apenas a roda da frente no chão, fazendo o vestidinho de Eduardo subir acima de suas costas, expondo sua calcinha sexy de babados para todos na praça.

 Após toda essa exposição, os rapazes pararam as motos, "elas" desceram e eles continuaram fazendo manobras, mas Eduardo preferia ter continuado na moto e ir para casa do que ficar ali no meio da multidão, tamanha era a vergonha do que eles viram.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

O sonho de uma mãe - Parte 7

...continuação.

 Eduardo queria que aquilo fosse só um sonho, ou melhor, um pesadelo. Depois se mostrar para a pequena plateia de moças que o observavam no provador, experimentando vestidinhos, shortinhos, mini saias e blusinhas, sua mãe o humilhava ainda mais para a alegria da vendedora.

Mãe - Vou levar tudo! Agora vamos ver as lingeries.

 Eduardo quase caiu para trás.

Eduardo - Não mãe! Não me faça experimentar lingeries!

Mãe - Seu bobo, não se experimenta lingeries.

 Mas isso não o tranquilizou, uma vez que algumas das garotas que o observaram no provador o seguiam de longe empolgadas.

Vendedora - Aqui temos todo tipo de lingerie, é só escolher.

Mãe - Pode escolher Eduardo!

 Ele pensou que não dava pra passar mais vergonha, ter que escolher uma calcinha. Quando ele se dirigia para onde estavam as calcinhas maiores, ou cuecas femininas, sua mãe o direcionou onde só haviam as tanguinhas, as calcinhas mais sensuais.

Mãe - Somente as peças desse lado aqui!

 Eduardo não sabia o que escolher, só haviam calcinhas bem pequenas e sensuais, todas fio dental.

Mãe - Vamos logo! São tão lindas que não sabe qual você quer?

 Com muita vergonha pegou uma calcinha azul escuro de lycra com ajuste nas laterais, ele escolheu essa por ser lisa, sem babados ou rendas, porém era fio dental bem pequena, com bem pouco tecido.

Mãe - Já escolheu? Deixa eu ver!

 Sua mãe pegou a calcinha e segurou alto com as duas mãos, meio que intencionalmente para que as garotas que observavam pudessem ver. Eduardo queria que o chão se abrisse e o engolisse naquele momento.

Mãe - Calcinha bonita, mas agora pegue alguma mais bonita!

 Eduardo teve que escolher calcinhas de renda, com babados, lacinhos e de cores diferentes, todas sendo expostas por sua mãe, as garotas com as mãos na boca comentavam coisas entre elas.

Mãe - Agora os sutiãs!

 A mãe levou o derrotado filho onde estavam os sutiãs, ela mesma escolheu dessa vez, segurando as peças contra o corpo de Eduardo.

Mãe - Esses vão realçar seus pequenos seios.

 Finalmente terminaram as compras naquela loja, a vendedora ficou muito satisfeita com a quantidade de roupas que vendeu, a mãe, a irmã e Eduardo saíram da loja segurando várias sacolas. Eduardo queria ir embora o mais rápido possível.

Mãe - Vamos naquela loja de sapatos!

 Para Eduardo era hora de mais humilhação e constrangimento, para piorar, dessa vez quem os atendeu foi um jovem vendedor, que também ficou sem graça quando a mãe de Eduardo disse o mesmo que tinha dito a vendedora da outra loja.

Vendedor - Temos várias rasteirinhas! 

Mãe - Não, vamos ver os scarpins!

Vendedor - Scarpin? Sim, veja estes aqui! Que número ela... ele calça?

Mãe - Apenas 38.

 O vendedor logo trouxe os modelos para Eduardo provar.

Vendedor - Esse é o scarpin preto, bico e saltos finos de 10 centímetros.

Eduardo (espantado) - Tudo isso?

Mãe - Experimente!

 Eduardo calçou os sapatos que encaixaram facilmente em seu pé.


Mãe - Levante!

 Eduardo se levantou, logo percebeu o quanto estava alto e chamando a atenção, fazendo o vendedor olhar discretamente para o seu corpo, principalmente o bumbum que ficou bem empinado.

Mãe - Ande um pouco!

 Eduardo pensou que não conseguiria, mas andou muito bem para a primeira vez em saltos de 10 centímetros.

Mãe - Vamos levar, agora o próximo.

 O próximo era um modelo rosa, aberto, com fivelas no alto do calcanhar, uma pequena plataforma na frente e ainda mais alto que o outro, com salto de 12 centímetros.

Garota - Ele anda melhor no salto alto do que eu.

Mãe - Está bom, vamos levar. Já pode ficar com esses Eduardo.

Eduardo - Deixa eu ficar com os que eu já estava usando.

Mãe - Não, fique com esses para acostumar.

 Agora Eduardo sai da loja chamando ainda mais a atenção, principalmente dos homens que o viam por trás.

Eduardo - Por favor mãe! Vamos embora!

Mãe - Não antes de comer, vamos a praça de alimentação.

 Eles chegaram a praça de alimentação, o lugar mais movimentado do shopping, o que mais Eduardo temia naquele momento era encontrar alguém conhecido. Eles escolheram um lugar pra sentar no meio da praça de alimentação, enquanto se decidiam quando e onde iam comer, chegou uma garçonete com alguns pratos.

Mãe - Ainda não pedimos nada moça.

Garçonete - Quem mandou entregar já pagou adiantado. Era um rapaz bem vestido e bonito, ele pagou e foi embora.

Irmã - Nossa! Sério?

Garçonete - Ele mandou entregar esse papel para a jovem alta de cabelos curtos.

 A garçonete entregou o papel para Eduardo e serviu os pratos, no papel estava escrito apenas "Gostaria muito de te conhecer" e um número de telefone. Eduardo ficou muito sem graça.

Irmã - Eu não estou acreditando! Eduardo tem um pretendente!

Mãe - Kkkkkk, parece que sim!

 A mãe e a irmã riram com uma certa excitação, Eduardo ficou vermelho de vergonha e com raiva delas.

Eduardo - Que cara idiota!

Irmã - Não fale assim do seu futuro namorado!

Eduardo (nervoso) - Cale a boca! Eu não sou gay!

Mãe - Calma, ela está brincando, você poderia levar isso apenas como algo inusitado, pelo menos alguém te achou legal e não pagamos o almoço.

 Eduardo não conseguiu dizer mais nada, seus olhos se arregalaram e sua respiração parou quando ele viu Luana, sua colega de classe, filha de uma amiga de sua mãe, e para piorar, ela estava acompanhada de uma das garotas que estava na loja Beautiful Girl.

Mãe - Ei! Não passe mal aqui!

 Luana ainda não tinha o visto, estava procurando um lugar na praça de alimentação, mas sua amiga viu Eduardo e apontou, imediatamente ela reconheceu a mãe de Eduardo e resolveu se aproximar, para o desespero dele.

Mãe - Oi Luana!

Garota - Esse é aquele "menino" que te falei!

Luana (surpresa) - No-Nossa! É você Eduardo!?

 Eduardo estava em choque, não dizia uma palavra.

Luana - Desculpa o meu espanto, eu não sabia que ele era... tipo, que ele era...

Mãe - Tudo bem, agora você já sabe.

Eduardo - Por favor Luana! Não conte isso a ninguém! Eu imploro!

 Luana não sabia como reagir, apenas disse que tudo bem.

Mãe - Infelizmente já estamos de saída, até mais Luana! Mande um abraço para sua mãe.

Luana - Até mais. Tchau pra você também Eduardo.

 Eduardo continuou implorando com os olhos para ela guardar segredo e foram embora.

Garota - Você conhece o menino das lingeries?

Luana - Conheço, mas não sabia que ele era uma moça nas horas vagas.

Garota - Ele comprou cada roupa linda.

Luana - Oh, gostaria de ver como ficaram nele, fiquei curiosa.

 Eduardo, sua mãe e sua irmã encontraram seu irmão na porta principal do shopping e foram para o carro. O irmão ao ver Eduardo com os novos salto altos todo empinado, teve uma ereção e se ofereceu para carregar algumas sacolas, pôs na frente para disfarçar.

Eduardo (choramingando) - Isso não é justo! Agora Luana me viu e estou perdido. Minha vida acabou!

Mãe - Não seja tão dramático, vou conversar com ela e pedir para guardar segredo.

Eduardo - Por favor, explique para ela!

Mãe - Sim, é só continuar me obedecendo.

 Já era noite quando eles chegaram em casa.

Eduardo - Por que mãe? Por que não me comprou roupas masculinas?

Mãe - Faz parte do castigo.

Eduardo - Mas por que um castigo tão severo? Eu nunca fui mau.

Mãe - Considere como uma experiência, é melhor passar por isso sem reclamar.

 Eduardo foi tomar um banho, removendo o creme dos cabelos, o rímel e o batom. Ele foi ao quarto ciente de que deveria vestir alguma das camisolas novas.

Mãe - Vista aquele conjuntinho preto!

 Eduardo tremeu só de ver o babydoll transparente sobre a cama, ele pegou a calcinha que só tinha um pouco de tecido na frente, ao vestir sentiu o fio dental entrando todo no cuzinho, em seguida vestiu o sutiã brilhante sem alças, o babydoll parecia não pesar nada, era caído sobre os ombros, com fecho atrás como um sutiã, muito curto e totalmente transparente.

 Mãe - Não esqueça das meias!

Igual a esse

Visto por trás
Mãe - Calce os scarpins pretos para lacear!

 Eduardo involuntariamente estava quase tendo uma ereção por sentir o fio dental enfiado em sua bunda, mas ficou impotente com o constrangimento de descer as escadas e ser visto por seu irmão, que ao o ver Eduardo tão sensual, precisou ir ao banheiro se aliviar antes de jantar.

 Mais tarde, quando estava sozinho no quarto, lamentando o que estava acontecendo com ele, viu seu reflexo no espelho, ao mesmo tempo sentindo o tecido frágil que acariciava seu corpo, seu pequeno pau ficou duro, ele se deitou na cama, se esfregou um pouco, seu corpo tremeu com arrepios e acabou dormindo com a calcinha molhada.

sábado, 29 de dezembro de 2018

O sonho de uma mãe - Parte 6

...continuação.

 Eduardo passou a tarde toda no quarto, ele  não parava de pensar no que aconteceu mais cedo, trazendo de volta em sua mente cada detalhe da situação embaraçosa e humilhante com Jean.

Eduardo (pensando) - Por que ele fez isso comigo? Será que ele vai querer de novo? Estou perdido! E aquelas fotos?

Mãe - Eduardo! Vá tomar seu banho!

 Eduardo tomou o banho, se secou com sua toalha rosa e, envolvido nela, foi ao seu quarto rosa onde sua irmã estava.

Irmã - A mãe deixou essa calcinha pra você, a camisola é a mesma sensual de ontem, ah! E não se esqueça do sutiã e das meias!

 Então Eduardo se lembrou das palavras de Jean "Um homem jamais permitiria isso, mesmo vindo da mãe. Você é gay sim, por aceitar isso", e resolveu dar um basta nessa situação.

Eduardo - Não vou usar essas roupas de mulher!

Mãe - O que está acontecendo aqui?

Irmã - Eduardo está revoltado!

Mãe - Eduardo, você sabe que suas roupas íntimas apodreceram na máquina de lavar quebrada. Vista o que tem pra você!

Eduardo (gritando) - Eu não vou vestir essas porcarias! Quero roupas de homem agora!

 Nesse momento sua mãe lhe deu um tapa na cara, Eduardo não se lembra da última vez que apanhou de sua mãe.

Mãe - Você acha que está falando com quem! Agora você me deixou com raiva. Vista já essa calcinha!

 Eduardo permaneceu em silêncio.

Mãe - Por sua grosseria merece um belo castigo, mas penso nisso mais tarde. Agora vista-se senão eu vou vesti-lo a força.

 Intimidado por sua mãe e visto que sua rebeldia só piorou as coisas, ele vestiu a calcinha rosa, mais simples que a ultima, o único detalhe é uma pedrinha na frente pra dar um charme, porém é fio dental bem apertada.
Era igual a essa
Vista por trás
 Sentindo a calcinha apertando bem suas genitais e bem enfiada na bunda, Eduardo teve que vestir o mesmo sutiã rosa, o mesmo babydoll sexy, assim como as meias 7/8 de lacinho e as pantufas de unicórnio.

 Na hora do jantar a humilhação se repetiu, para o deleite do seu irmão mais novo, mas sua mãe não disse nada, ela ainda estava zangada com o mau comportamento de Eduardo.

 Logo após o jantar, o irmão de Eduardo foi bater punheta no banheiro.

Irmão (pensando) - Oh! Por que Eduardo parece tanto uma garota gostosa? Que tesão da desgraça!

 No dia seguinte Eduardo acorda envergonhado em se ver como estava vestido, porém aliviado por ser sábado e não precisar ir para a escola, e também por não encontrar Jean. Ele logo foi até sua parte do guarda roupas para vestir uma bermuda e uma camisa, pois mesmo de calcinha por baixo é bem menos humilhante que o tão pequeno babydoll que usava, mas ao abrir a porta do guarda roupas ele não encontrou nenhuma de suas roupas, nem mesmo o uniforme da escola.

Eduardo - Cadê minhas roupas?

Irmã - A mãe levou todas durante a madrugada irmãzinha. 

 Eduardo grita por sua mãe que logo aparece.

Mãe - O que foi? Que desespero é esse?

Eduardo - Cadê as minhas roupas?

Mãe - Como você me irritou muito ontem, na raiva me livrei das suas roupas.

Eduardo - Mas eu não posso ficar o dia todo vestido assim!

Mãe - Estava pensando em deixá-lo assim como castigo por me desrespeitar.

Eduardo - Não! Por favor mãe!

Mãe - Tudo bem, não precisa ficar de babydoll, mas vai ter que usar as roupas que sua irmã não usa mais por enquanto.

Eduardo - Não faça isso mãe! Eu imploro!

 Sua mãe não lhe deu ouvidos, ao invés disso ela se retirou, mas logo voltou segurando duas caixas grandes.

Mãe - Ainda bem que guardei todas as roupas antigas de sua irmã, a maioria não serve mais nela, porém algumas ela nem chegou a usar, preferiu se parecer com um garoto esqueitista. 

Irmã - Não é bem assim mãe. E Eduardo é do mesmo tamanho que eu, se essas roupas não servem mais em mim como servirão nele?

Mãe - Cale a boca!

 Eduardo pensou que qualquer coisa poderia ser melhor do que os trajes em que estava, então abriu a caixa a procura de uma calça ou uma camisa simples, mas para sua surpresa só haviam roupas muito femininas.

Mãe - Vou ser boa contigo e te dar a oportunidade de escolher. Vamos! Escolha!

 Isso foi algo difícil para Eduardo, escolher entre vestidinhos, mini saias, shortinhos e blusinhas. 

Mãe - Já escolheu?

Eduardo (envergonhado) - Já.

Mãe - Mas vai ter que usar esse sutiã!


Eduardo - Oh mãe, eles me fazem parecer que tenho peitos de garota.

Mãe - São seios! E esse é o objetivo.

 Sua mãe o ajudou a colocar o sutiã.

Irmã - Nossa Eduardo! Você escolheu esse shortinho?

Eduardo (envergonhado) - Todo o resto é pior.

 Eduardo vestiu o shortinho jeans de cintura alta, que além de ser bem curto e apertado, era também de amarrar nas laterais com cordões semelhantes a cadarços de sapato, expondo ainda mais as coxas sensualmente.

Igual a esse

Visto de lado

Irmã - Nossa! Esse shortinho realçou seu bumbum.

 Eduardo ficou muito constrangido ao ver que o shortinho era do mesmo tipo que apenas as garotas mais ousadas usavam na rua, mostrando a popa da bunda e chamando a atenção dos homens.

 A blusinha listrada que ele foi obrigado a escolher era do tipo cropped, ficava acima do umbigo, por ser justa destacava ainda mais o volume dos bojos do sutiã, parecendo seios reais.

Semelhante a essa
 Na outra caixa haviam diversos sapatos femininos, um mais fofo que o outro, sua mãe escolheu o rosa.

Mãe - Olha que lindos esses sapatinhos!

Eduardo - E-Eu vou ter que usar esse também?

Mãe - Claro que vai! Eles são bem confortáveis.

 Eduardo ficou sentado imóvel enquanto sua mãe colocava as lindas sandálias rosa, com um salto médio e fivela na frente. 

Mãe - Levante-se! 

 Eduardo ficou de pé e imediatamente sentiu que os salto altos mesmo sendo médios não apenas o deixou mais alto, mas também ajustou sua postura e empinou sua bunda, fazendo o shortinho parecer ainda mais curto.

Irmã - Ele está uma delícia!

Eduardo - Cale a boca!

Irmã - Mas é verdade! Olhe-se no espelho!

 Eduardo se olhou no espelho e ficou chocado, do pescoço para baixo era uma garota muito atraente que ele enxergava, isso o envergonhou ainda mais.

Eduardo - Eu não posso ficar assim!

Mãe - Mas vai ter que ficar.

Eduardo - E se me verem assim? E se vir visita?

Mãe - Não vejo mal, você está muito bonita.

 Eduardo novamente se revoltou.

Eduardo - Eu não sou uma menina para ser bonita! Eu quero minhas roupas! Quero agora! 

Mãe - Calma! Então vamos ao shopping comprar roupas, lembre-se que foi você quem pediu.

Eduardo - Sim, por favor! Não posso ficar assim!

 Eduardo sentiu um alívio com a possibilidade de ter novas roupas, mas lembrou que ele não tinha roupas nem para sair. 

Eduardo - Mas como eu vou se você jogou todas as minhas roupas fora? Preciso de roupas emprestadas para ir!

Mãe - Sim, você já pegou roupas emprestadas e está usando elas.

Eduardo (assustado) - Mas não dá pra ir com essas roupas!

Mãe - Claro que dá, e agora você vai! Com essas que está usando ou com outra da caixa.

Eduardo (choramingando) - Não mãe! Eu serei humilhado! O que vão pensar vendo um garoto com essas roupas?

Mãe - É esse o problema? E se eu te deixar parecida com uma garota?

Eduardo - Não quero!

Mãe - Então irá assim mesmo ou não terá novas roupas.

 Eduardo teria que engolir o que lhe restava de orgulho e deixar sua mãe fazê-lo parecer uma menina, ele chegou a pensar que estando maquiado poderia não ser reconhecido.

Eduardo - Oh poxa! Veremos como fica então.

 Sua mãe pegou um arquinho rosa com acabamento de bolinhas brilhantes, na lateral uma flor grande de cetim com pérolas falsas no meio dela e colocou na cabeça de Eduardo após ter aplicado creme para pentear e penteado o cabelo para trás, como uma garota de cabelos encaracolados curtos.

O arquinho era como esse
Eduardo - Tenho mesmo que usar batom?

Mãe - É claro! Faz um biquinho! Isso! Agora o rímel e pronto!

Eduardo - Pronto? Só isso?

Mãe - Quer mais coisa ainda?

Eduardo - Não, mas pensei que iria disfarçar mais.

Irmã - Mas isso não é um disfarce, a mãe apenas te deixou ainda mais feminina.

 A irmã de Eduardo estava certa, um arquinho, batom e rímel não disfarça ninguém, claramente era Eduardo, mas estava mais bonito e atraente do que a maioria das meninas de sua idade.

Eduardo - Ai meu Deus! Eu não vou conseguir sair de casa assim!

 Sua mãe e sua irmã se arrumaram, seu irmão também se arrumou mas não tinha visto Eduardo ainda.

Mãe - Venha Eduardo!

Eduardo - Eu não quero ir!

 A mãe o agarrou pelo braço e o trouxe até a sala, quando o irmão de Eduardo o viu descendo as escadas com aquele shortinho tão pequeno, de cropped e saltinhos, tão gracioso de batom, rímel e arquinho ficou impressionado.

Irmão (pensando) - Oh! Como ela está linda! Ount, não deveria ter pensado essas coisas, é errado estar excitado com o meu irmão, mas ele está uma bela travesti.

 Eduardo ainda estava se acostumando com os saltos do tamanquinho, com o coração quase saindo pela boca em ter que sair de casa em trajes tão atraentes, rapidamente ele correu desajeitado até o carro.

Irmã - Não vai querer ir na frente dessa vez?

Eduardo - De jeito nenhum, algum conhecido pode me ver na rua.

Irmã - Como se você não estivesse indo para um shopping.

 Eduardo sentiu como se borboletas estivessem em seu estômago, enquanto isso seu irmão passou todo o caminho olhando para as pernas expostas de Eduardo, ele disfarçava a excitação.

Mãe - Chegamos!

Eduardo - Estacione mais para o fundo mãe!

Mãe - Por ser final de semana está cheio daquele lado, melhor parar aqui.

 Com isso Eduardo pensou em desistir, mesmo tendo que ficar como uma garota sexy em casa, ele não queria ser visto daquele jeito, mas era tarde demais pra voltar atrás.

Mãe - Saia do carro Eduardo!

Irmã - Nossa! Ele está pálido!

 Eduardo estava em choque, suas pernas tremiam, estava ofegante.

Mãe - Filha, vai segurando a mão dele!

 Ao sair do carro, Eduardo sentiu a leve brisa bater em suas pernas, visto por trás, parecia muito mais mulher do que sua irmã. Eles percorreram todo o estacionamento externo do shopping, um carro que passou por eles reduziu a velocidade e buzinou duas vezes, Eduardo manteve a cabeça baixa.

Irmã - Hum! Acho que foi pra você.

 Ao chegar na entrada principal do shopping, o irmão de Eduardo ficou mais afastado, observando a bunda de Eduardo no shortinho que mal a cobria. Os homens que passavam também olhavam, algumas mulheres também, mas quem vinha de frente e olhava mais de perto o rosto envergonhado, reconhecia que era um cara, alguns comentavam entre eles.

Mãe - Vamos nessa loja! Ela é grande e tem muita variedade!

Irmã - Na loja Beautiful Girl?

Irmão - Vou esperar aqui fora.

 Eduardo achou estranho, por ser uma loja de fachada rosa, apenas com mulheres e roupas femininas na vitrine. Ele se manteve em silêncio por imaginar que as roupas masculinas ficassem no fundo da loja, e também pela vergonha que estava sentindo.

 Uma vendedora se aproximou, ela era jovem e bonita, Eduardo abaixou a cabeça tentando ficar atrás de sua mãe. A vendedora olhou duas vezes para ele.

Vendedora - Olá! Em que posso ajudá-los?

Mãe - Hoje vim comprar roupas apenas para o meu filho!

Vendedora (surpresa) - Seu filho? Mas só trabalhamos com moda feminina.

 A mãe apontou para Eduardo que estava constrangido sem entender.

Mãe - Este aqui. Não vai dizer nada Eduardo?

 Eduardo ficou em choque por sua mãe tê-lo exposto, assim como a vendedora que ficou de queixo caído por ter a certeza do que estava desconfiando mas não quis acreditar.

Mãe - Está tudo bem?

Vendedora - Oh, nossa! É que...

Mãe - Estou disposta a comprar muito, além da gorjeta que darei.

Vendedora - Certo! Vamos na seção de jovens.

 Eduardo ficou assustado ao ver que só haviam roupas femininas na loja, sendo a maioria delas roupas curtas e ousadas como as que ele estava usando.

Mãe - Veja que vestidinhos lindos!

Eduardo (tímido) - Mas mãe...

Mãe - Calado! Se não fizer o que eu mandar, vamos visitar cada um de seus amigos ainda hoje. Você não quer isso né?

 Eduardo se calou derrotado.

Vendedora - Olha que lindo esse vestido vermelho de bolinhas, com mangas longas levemente bufantes e esse detalhe na bainha, só não sei se temos tamanho maior pra ele, ou ela.

Mãe - Meu filho adoraria experimentá-lo.

 Eduardo arregalou os olhos.

Vendedora (sem graça) - Me acompanhe até o provador jovenzinha.

 Já no provador, Eduardo teve que tirar sua cropped e seu shortinho, ficando constrangido em se ver de lingerie no grande espelho. Em seguida, vestiu o vestidinho vermelho, que ficou bem curtinho nele.

Semelhante a esse
Vendedora - E então, serviu?

Eduardo (tímido) - Ficou pequeno.

Mãe - Saia do provador!

 Com aparente nervosismo, Eduardo saiu do provador, chamando a atenção de outras mulheres e garotas que haviam lá.

Garota - Veja mãe, aquela garota jovem na verdade é um menino.

Mãe da garota - Será? Nossa! Nunca vi uma travesti tão jovem.

Mãe - Está muito fofo! Vamos levar esse!

 Eduardo de cabeça baixa voltou ao provador, quando estava apenas de lingerie sua mãe puxou a cortina do provador, fazendo as garotas terem certeza de que era um garoto, devido ao pequeno volume na calcinha.

Garota - Nossa! Ele também usa calcinha e sutiã!

Mãe da garota - E a calcinha é fio dental!

Eduardo - Por que fez isso mãe?

Mãe - Quero que você experimente esse outro vestido.

 O próximo vestido era rosa claro, meio nude, com saia rodada e parte superior bem colada, com alças finas e costa nua, também muito curto, ele deveria se abaixar com cuidado.

Era como esse
Visto por trás


 Com esse vestido Eduardo se sentiu nú, ele estava com muita vergonha das mulheres presentes na loja, principalmente das garotas jovens que olhavam uma para a outra e riam.

Mãe - Vou levar esse também.

 A humilhação de Eduardo estava apenas começando.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

O sonho de uma mãe - Parte 5

...continuação.

 Eduardo acordou imediatamente sentindo a calcinha enfiada, as meias, o sutiã e a camisolinha, seu pintinho ficou duro na hora, mas vendo que sua irmã já estava acordando, rapidamente ele tirou a camisolinha e vestiu o uniforme da escola, na pressa nem tirou o sutiã, também permaneceu com as meias e a calcinha, apenas para não ser visto por sua irmã tão sexy novamente.

 Eduardo viu sua irmã acordando na cama ao lado, ela usava um pijama, sendo uma camisa larga e um shortinho, com detalhes em rosa, porém muito mais comportado e muito menos constrangedor que os seus trajes de dormir, a ponto de invejá-la. 

Irmã - Bom dia irmãzinha!

Eduardo - Sem graça!

Irmã - Já se vestiu? Que pena! Queria te ver de novo toda sensual. Bom, já que você agora é uma garota vou me trocar aqui mesmo.

Eduardo - Eu não sou uma garota! Você que deveria ser e não se comporta como tal.

Irmã - Isso não me ofende nem um pouco, eu que digo o mesmo de você!

 Sua irmã tirou o pijama e ficou nua em sua frente, apesar de não ser vaidosa, ela era linda e seu corpo era muito bonito. Eduardo nunca tinha visto seios e uma vagina na vida, ele ficou de boca aberta, quase babando vendo o corpo atraente de sua irmã, porém muito envergonhado. 

Irmã - Não sei porque você olha tanto, seu corpo é bem parecido com o meu, só te falta seios, pois a parte de baixo é insignificante kkk, você deveria ser uma garota e não eu.

 Ela vestiu uma calcinha de renda, não por escolha mas porque sua mãe só comprava assim, o sutiã mais simples, calça jeans e a camisa da escola, terminando fazendo um rabo de cavalo nos cabelos. Tudo isso para a indignação de Eduardo, que era obrigado a usar a calcinha fio dental e as meias 7/8.

 Mais tarde durante o café da manhã...

Mãe - Sejam rápidos para não se atrasarem para a escola!

 Eduardo ia correr para o quarto para tirar o sutiã.

Mãe - Espera! Para onde você pensa que vai?

Eduardo - Para o quarto.

Mãe - Não! Você já está pronto!

Eduardo - Mas, mas... Eu esqueci de tirar...

Mãe - Se refere ao sutiã? Você não vai tirar!

 Seu irmão não tirava os olhos do volume provocado pelos bojos do sutiã de Eduardo, pareciam os pequenos seios das garotas de sua idade.

Eduardo (assustado) - Mas mãe! As pessoas vão notar, serei humilhado! Não faça isso comigo!

Mãe - Isso é por você ter perdido aquelas meias!

 Além de ter que ir para a escola usando aquela calcinha e aquelas meias, teria que ir também usando sutiã. Ele vestiu uma jaqueta de moletom que disfarçou bem, pois o sutiã transparece pela camisa branca da escola, além do volume que parece pequenos seios.

 Ao chegar na  rua da escola, os alunos já olhavam para ele e riam, a sensação era de vergonha, mesmo negando ele sabia que seus colegas zombavam com motivo.

Luis - Aff Eduardo! Você se queimou ontem. Que vacilo! Agora vai ter que aguentar a galera zoando.

Eduardo - Droga! Espero que esqueçam isso logo.

Luis - Mas afinal, por que você está estranho nos últimos dias? Aquelas meias eram realmente suas né?

Eduardo - Não eram minhas! Eram da minha irmã.

Luis - Então foi você quem as trouxe!

 Eduardo e Luis eram amigos de infância, logo Eduardo assumiu que trouxe as meias, mas sem dizer que havia usado, apenas disse que trouxe.

Eduardo - Minha mãe obrigou a trazê-las.

Luis - Por que ela fez isso?

Eduardo - Porque ela está louca!

 Jean e seus amigos se aproximam:

Jean - Olha só o menino afeminado! Está usando meias novas de garotas?

 Eduardo ficou intimidado com a gozação, uma vez que realmente ele estava usando meias tão femininas quanto as do dia anterior.

Jean - Deixa eu ver se não está usando mesmo.

 Jean levantou a barra da calça de Eduardo até abaixo do joelho e foi rapidamente impedido, Eduardo abaixou rapidamente.

Jean - Vocês viram? Ele está usando meias de garotas, são fininhas e devem ser tão altas quanto as outras, talvez tenham lacinho no alto das coxas! kkk.

Eduardo - Não é verdade!

Luis (pensando) - Pareciam sim meias de garota, que estranho!

 Na hora do intervalo, Eduardo foi ao banheiro sem notar que Jean o seguia, ele esperou todos usarem para entrar, antes de fechar a porta da divisória Jean travou com o pé.

Eduardo - O que... O que você quer?

Jean - Só quero tirar uma dúvida. Fica calminha!

Eduardo - Vá embora! Me deixe em paz!

 Nesse momento Jean agarra Eduardo para ver se ele estava mesmo com meias femininas, mas sentiu algo estranho quando encostou no alto da sua blusa.

Jean - O que é isso dentro da sua blusa? Tira essa blusa!

 Eduardo não queria tirar, mas Jean era bem maior e mais forte que ele. Quando Jean bateu com a mão na parede ordenando para Eduardo tirar a blusa, ele teve medo e abriu o zíper da jaqueta de moletom.

Jean - Nossa! Que peitinhos são esses? Não pode ser! kkk, não acredito no que estou vendo. A maricas usa sutiã! kkk.

 O rosto de Eduardo queimava e estava vermelho como um tomate maduro.

Eduardo - Me larga!

Jean - Calma menina! Isso foi surpreendente, mas não era isso que eu queria ver. Abaixe as calças e mostre que está usando meias de garotas quentes!

Eduardo - Não! Me deixe em paz!

 Eduardo estava em choque, não só por causa das meias, mas Jean estava prestes a ver que ele também usava uma calcinha. Jean segurou Eduardo com um só braço e abaixou sua calça, então seus olhos quase saltaram do rosto ao ver a minúscula calcinha rosa com lacinho atrás toda enfiada na bunda de Eduardo que tremia.

Jean - Oh! Nossa! 

 Jean mudou sua expressão de zombaria para sério e impressionado ao mesmo tempo.

Eduardo - Por favor Jean, não conte isso a ninguém! Eu imploro!

Jean - Talvez eu não conte. Hum, meias de lacinho, assim como a tanguinha.

Eduardo - Me solte! Deixe eu levantar minha calça! Ah...

 Eduardo foi surpreendido com um tapa na bunda.

Jean - Até que você tem uma bundinha bem carnuda, veja como engole a tanguinha!

 Eduardo ficou assustado ao ver um volume crescendo na calça de Jean, mas ficou aliviado com o sinal para voltar a aula e foi liberado.

 Eduardo passou toda a aula pensando no que aconteceu e temia que Jean espalhasse o que viu, mas até a hora da saída não havia nada além das gozações que já vinha sofrendo. Já do lado de fora da escola ele foi parado por Jean.

Eduardo - Por favor não conte nada do que viu! Eu faço qualquer coisa!

Jean - Qualquer coisa? É mesmo viadinho?

Eduardo - Quase qualquer coisa! E eu não sou gay, fui obrigado a usar essas roupas!

Jean - Bom, primeiro quero saber de toda essa história.

 Então Eduardo contou tudo, sobre seu problema durante o sono e as medidas tomadas pela sua mãe, com isso Jean riu muito.

Jean - Um homem jamais permitiria isso, mesmo vindo da mãe. Você é gay sim, por aceitar isso.

Eduardo - Então já vou indo.

Jean - Muita calma nessa hora! Você vai vir comigo agora.

Eduardo (assustado) - Por que? Pra onde vamos?

Jean - Para eu continuar guardando seu segredinho você vai quieto comigo até minha casa.

 Mesmo com medo, Eduardo foi até a casa de Jean, que estava vazia pois seus pais trabalhavam o dia todo. Jean sentou na poltrona de seu pai e ordenou que Eduardo ficasse de pé na sua frente.

Jean - Tire a roupa lentamente!

Eduardo - Mas... Mas Jean...

Jean - Boca fechada! Nem um pio! Faça o que eu mandei agora!

 Eduardo tremia muito enquanto tirava sua blusa de moletom, era possível ver seu sutiã através da camisa branca da escola.

Jean - Agora tire os sapatos e a calça!

Eduardo - Por fa...

Jean - Olha! O que eu mandei você fazer?

 Eduardo muito envergonhado abaixou lentamente sua calça como lhe foi ordenado, a camisa cobria metade da sua bunda em fio dental. O volume na calça de Jean voltou a subir.

Jean - Agora pode tirar a camisa.

 Eduardo tirou a camisa, ficando apenas de calcinha, sutiã e meias sensuais para os olhos atentos de Jean, que sacou o celular e começou a tirar fotos.

Eduardo - Por favor, não divulgue essas fotos!

Jean - Não divulgo se fizer o que eu mandar. Agora quero que você faça poses bem femininas e sensuais.

 Totalmente desmoralizado, Eduardo teve que posar sensualmente para as fotos de Jean, que mandava ele empinar a bunda, também com as mãos nos joelhos, de quatro e fazendo biquinho. Eduardo estava em choque, mas tremia ainda mais ao ver o enorme volume na calça de Jean, que estava muito excitado e sentou novamente na poltrona.

Jean - Agora chegue mais perto.

 Eduardo estava paralisado.

Jean - Não tenha medo! Pode vir!

 Lentamente Eduardo se aproximou.

Jean - Senta aqui no meu colo!

Eduardo - Não faça isso Jean!

Jean - O que eu mandei você fazer?

 Com a boca seca, Eduardo sentou no colo de Jean, só que mais afastado possível, quase em seus joelhos.

Jean - Não tenha medo gatinha! Vem mais pra trás!

 Jean então o segurou pela cintura e o puxou para trás, agora Eduardo sentia o volume pulsando em sua bunda. 

Jean - Nossa! Eu achava sua irmã gostosa, mas você tem uma bundinha tão gostosinha quanto a dela.

 Eduardo tremeu ao ouvir isso, mas seu coração disparou quando Jean começou a passar as mãos em suas pernas e beijar seu pescoço.

Eduardo - Por favor pare!

Jean - Sim, fique de pé!

 Jean também ficou de pé, pegou nas mãos de Eduardo e conduziu até sua ereção.

Jean - Agora massageie meu pau bem gostoso!

 Em seguida ele agarrou Eduardo e começou a apertar e bater em sua bunda.

Jean - Vai! Coloque a mão por dentro da minha cueca!

 Então Eduardo fez o que lhe foi ordenado, sentindo nas mãos um pênis bem maior que o seu, logo começou a masturbá-lo, também sentindo as mãos fortes de Jean abrindo a sua bunda, ele ficou na ponta dos pés quando Jean começou a enfiar o dedo em seu cuzinho.

Jean - Nossa! Que delícia! Que bundinha gostosa!

 Eduardo estava impotente nos braços de Jean, era humilhante mas ele estava arrepiado com essas palavras e beijos em sua orelha. Então Jean o beijou na boca, o primeiro beijo de Eduardo acaba de acontecer, ele sente a língua de Jean entrelaçando com a sua, com isso Jean o apertou mais forte e ele acabou gemendo, excitando ainda mais Jean.

Jean - Oh! Certo! Não aguento mais! Agora ajoelhe-se!

 Eduardo se ajoelhou ficando com o rosto bem perto do pênis que pulsava e babava de tesão.

Jean - Pode chupar!

 Eduardo teve um pouco de nojo de colocar um pau na boca, relutou por um momento mas Jean ordenou empurrando sua cabeça, logo ele estava com metade daquele pênis na boca.

Jean - Isso delícia! Agora me faça gozar e eu te libero.

 Ao ouvir que seria liberado satisfazendo Jean, ele começou a beijar, acariciar e chupar seu pau.

Jean - Ei! Olhe pra mim!

 Eduardo então chupava e olhava para Jean, completamente derrotado.

Jean - Ah! É agora! Não tira da boca, continue chupando!

 Eduardo sentiu Jean tremer, em seguida sentiu os jatos quentes em sua garganta, queria cuspir, mas Jean segurou a sua cabeça e o mandou engolir, foram quatro jatos até Jean soltá-lo, deixando de joelhos no chão um garoto que viu sua masculinidade sendo destruída. Após isso Jean o deitou no sofá e deu uns amassos, esfregava o pinto nele, beijando e alisando todo o seu corpo, empurrando o dedo em suas pregas, o pintinho de Eduardo ficou duro.

 Mas Jean resolveu parar e o liberou, não disse mais nada, deixou ele se vestir e ir embora. Eduardo voltou pra casa ainda fora de si, processando em sua mente o que aconteceu.

Mãe - Como demora tanto e não avisa? Onde você estava?

Eduardo - Estava apenas com os amigos.

 Ele foi para o quarto sem saber o que pensar.