quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

O sonho de uma mãe - Parte 7

...continuação.

 Eduardo queria que aquilo fosse só um sonho, ou melhor, um pesadelo. Depois se mostrar para a pequena plateia de moças que o observavam no provador, experimentando vestidinhos, shortinhos, mini saias e blusinhas, sua mãe o humilhava ainda mais para a alegria da vendedora.

Mãe - Vou levar tudo! Agora vamos ver as lingeries.

 Eduardo quase caiu para trás.

Eduardo - Não mãe! Não me faça experimentar lingeries!

Mãe - Seu bobo, não se experimenta lingeries.

 Mas isso não o tranquilizou, uma vez que algumas das garotas que o observaram no provador o seguiam de longe empolgadas.

Vendedora - Aqui temos todo tipo de lingerie, é só escolher.

Mãe - Pode escolher Eduardo!

 Ele pensou que não dava pra passar mais vergonha, ter que escolher uma calcinha. Quando ele se dirigia para onde estavam as calcinhas maiores, ou cuecas femininas, sua mãe o direcionou onde só haviam as tanguinhas, as calcinhas mais sensuais.

Mãe - Somente as peças desse lado aqui!

 Eduardo não sabia o que escolher, só haviam calcinhas bem pequenas e sensuais, todas fio dental.

Mãe - Vamos logo! São tão lindas que não sabe qual você quer?

 Com muita vergonha pegou uma calcinha azul escuro de lycra com ajuste nas laterais, ele escolheu essa por ser lisa, sem babados ou rendas, porém era fio dental bem pequena, com bem pouco tecido.

Mãe - Já escolheu? Deixa eu ver!

 Sua mãe pegou a calcinha e segurou alto com as duas mãos, meio que intencionalmente para que as garotas que observavam pudessem ver. Eduardo queria que o chão se abrisse e o engolisse naquele momento.

Mãe - Calcinha bonita, mas agora pegue alguma mais bonita!

 Eduardo teve que escolher calcinhas de renda, com babados, lacinhos e de cores diferentes, todas sendo expostas por sua mãe, as garotas com as mãos na boca comentavam coisas entre elas.

Mãe - Agora os sutiãs!

 A mãe levou o derrotado filho onde estavam os sutiãs, ela mesma escolheu dessa vez, segurando as peças contra o corpo de Eduardo.

Mãe - Esses vão realçar seus pequenos seios.

 Finalmente terminaram as compras naquela loja, a vendedora ficou muito satisfeita com a quantidade de roupas que vendeu, a mãe, a irmã e Eduardo saíram da loja segurando várias sacolas. Eduardo queria ir embora o mais rápido possível.

Mãe - Vamos naquela loja de sapatos!

 Para Eduardo era hora de mais humilhação e constrangimento, para piorar, dessa vez quem os atendeu foi um jovem vendedor, que também ficou sem graça quando a mãe de Eduardo disse o mesmo que tinha dito a vendedora da outra loja.

Vendedor - Temos várias rasteirinhas! 

Mãe - Não, vamos ver os scarpins!

Vendedor - Scarpin? Sim, veja estes aqui! Que número ela... ele calça?

Mãe - Apenas 38.

 O vendedor logo trouxe os modelos para Eduardo provar.

Vendedor - Esse é o scarpin preto, bico e saltos finos de 10 centímetros.

Eduardo (espantado) - Tudo isso?

Mãe - Experimente!

 Eduardo calçou os sapatos que encaixaram facilmente em seu pé.


Mãe - Levante!

 Eduardo se levantou, logo percebeu o quanto estava alto e chamando a atenção, fazendo o vendedor olhar discretamente para o seu corpo, principalmente o bumbum que ficou bem empinado.

Mãe - Ande um pouco!

 Eduardo pensou que não conseguiria, mas andou muito bem para a primeira vez em saltos de 10 centímetros.

Mãe - Vamos levar, agora o próximo.

 O próximo era um modelo rosa, aberto, com fivelas no alto do calcanhar, uma pequena plataforma na frente e ainda mais alto que o outro, com salto de 12 centímetros.

Garota - Ele anda melhor no salto alto do que eu.

Mãe - Está bom, vamos levar. Já pode ficar com esses Eduardo.

Eduardo - Deixa eu ficar com os que eu já estava usando.

Mãe - Não, fique com esses para acostumar.

 Agora Eduardo sai da loja chamando ainda mais a atenção, principalmente dos homens que o viam por trás.

Eduardo - Por favor mãe! Vamos embora!

Mãe - Não antes de comer, vamos a praça de alimentação.

 Eles chegaram a praça de alimentação, o lugar mais movimentado do shopping, o que mais Eduardo temia naquele momento era encontrar alguém conhecido. Eles escolheram um lugar pra sentar no meio da praça de alimentação, enquanto se decidiam quando e onde iam comer, chegou uma garçonete com alguns pratos.

Mãe - Ainda não pedimos nada moça.

Garçonete - Quem mandou entregar já pagou adiantado. Era um rapaz bem vestido e bonito, ele pagou e foi embora.

Irmã - Nossa! Sério?

Garçonete - Ele mandou entregar esse papel para a jovem alta de cabelos curtos.

 A garçonete entregou o papel para Eduardo e serviu os pratos, no papel estava escrito apenas "Gostaria muito de te conhecer" e um número de telefone. Eduardo ficou muito sem graça.

Irmã - Eu não estou acreditando! Eduardo tem um pretendente!

Mãe - Kkkkkk, parece que sim!

 A mãe e a irmã riram com uma certa excitação, Eduardo ficou vermelho de vergonha e com raiva delas.

Eduardo - Que cara idiota!

Irmã - Não fale assim do seu futuro namorado!

Eduardo (nervoso) - Cale a boca! Eu não sou gay!

Mãe - Calma, ela está brincando, você poderia levar isso apenas como algo inusitado, pelo menos alguém te achou legal e não pagamos o almoço.

 Eduardo não conseguiu dizer mais nada, seus olhos se arregalaram e sua respiração parou quando ele viu Luana, sua colega de classe, filha de uma amiga de sua mãe, e para piorar, ela estava acompanhada de uma das garotas que estava na loja Beautiful Girl.

Mãe - Ei! Não passe mal aqui!

 Luana ainda não tinha o visto, estava procurando um lugar na praça de alimentação, mas sua amiga viu Eduardo e apontou, imediatamente ela reconheceu a mãe de Eduardo e resolveu se aproximar, para o desespero dele.

Mãe - Oi Luana!

Garota - Esse é aquele "menino" que te falei!

Luana (surpresa) - No-Nossa! É você Eduardo!?

 Eduardo estava em choque, não dizia uma palavra.

Luana - Desculpa o meu espanto, eu não sabia que ele era... tipo, que ele era...

Mãe - Tudo bem, agora você já sabe.

Eduardo - Por favor Luana! Não conte isso a ninguém! Eu imploro!

 Luana não sabia como reagir, apenas disse que tudo bem.

Mãe - Infelizmente já estamos de saída, até mais Luana! Mande um abraço para sua mãe.

Luana - Até mais. Tchau pra você também Eduardo.

 Eduardo continuou implorando com os olhos para ela guardar segredo e foram embora.

Garota - Você conhece o menino das lingeries?

Luana - Conheço, mas não sabia que ele era uma moça nas horas vagas.

Garota - Ele comprou cada roupa linda.

Luana - Oh, gostaria de ver como ficaram nele, fiquei curiosa.

 Eduardo, sua mãe e sua irmã encontraram seu irmão na porta principal do shopping e foram para o carro. O irmão ao ver Eduardo com os novos salto altos todo empinado, teve uma ereção e se ofereceu para carregar algumas sacolas, pôs na frente para disfarçar.

Eduardo (choramingando) - Isso não é justo! Agora Luana me viu e estou perdido. Minha vida acabou!

Mãe - Não seja tão dramático, vou conversar com ela e pedir para guardar segredo.

Eduardo - Por favor, explique para ela!

Mãe - Sim, é só continuar me obedecendo.

 Já era noite quando eles chegaram em casa.

Eduardo - Por que mãe? Por que não me comprou roupas masculinas?

Mãe - Faz parte do castigo.

Eduardo - Mas por que um castigo tão severo? Eu nunca fui mau.

Mãe - Considere como uma experiência, é melhor passar por isso sem reclamar.

 Eduardo foi tomar um banho, removendo o creme dos cabelos, o rímel e o batom. Ele foi ao quarto ciente de que deveria vestir alguma das camisolas novas.

Mãe - Vista aquele conjuntinho preto!

 Eduardo tremeu só de ver o babydoll transparente sobre a cama, ele pegou a calcinha que só tinha um pouco de tecido na frente, ao vestir sentiu o fio dental entrando todo no cuzinho, em seguida vestiu o sutiã brilhante sem alças, o babydoll parecia não pesar nada, era caído sobre os ombros, com fecho atrás como um sutiã, muito curto e totalmente transparente.

 Mãe - Não esqueça das meias!

Igual a esse

Visto por trás
Mãe - Calce os scarpins pretos para lacear!

 Eduardo involuntariamente estava quase tendo uma ereção por sentir o fio dental enfiado em sua bunda, mas ficou impotente com o constrangimento de descer as escadas e ser visto por seu irmão, que ao o ver Eduardo tão sensual, precisou ir ao banheiro se aliviar antes de jantar.

 Mais tarde, quando estava sozinho no quarto, lamentando o que estava acontecendo com ele, viu seu reflexo no espelho, ao mesmo tempo sentindo o tecido frágil que acariciava seu corpo, seu pequeno pau ficou duro, ele se deitou na cama, se esfregou um pouco, seu corpo tremeu com arrepios e acabou dormindo com a calcinha molhada.

sábado, 29 de dezembro de 2018

O sonho de uma mãe - Parte 6

...continuação.

 Eduardo passou a tarde toda no quarto, ele  não parava de pensar no que aconteceu mais cedo, trazendo de volta em sua mente cada detalhe da situação embaraçosa e humilhante com Jean.

Eduardo (pensando) - Por que ele fez isso comigo? Será que ele vai querer de novo? Estou perdido! E aquelas fotos?

Mãe - Eduardo! Vá tomar seu banho!

 Eduardo tomou o banho, se secou com sua toalha rosa e, envolvido nela, foi ao seu quarto rosa onde sua irmã estava.

Irmã - A mãe deixou essa calcinha pra você, a camisola é a mesma sensual de ontem, ah! E não se esqueça do sutiã e das meias!

 Então Eduardo se lembrou das palavras de Jean "Um homem jamais permitiria isso, mesmo vindo da mãe. Você é gay sim, por aceitar isso", e resolveu dar um basta nessa situação.

Eduardo - Não vou usar essas roupas de mulher!

Mãe - O que está acontecendo aqui?

Irmã - Eduardo está revoltado!

Mãe - Eduardo, você sabe que suas roupas íntimas apodreceram na máquina de lavar quebrada. Vista o que tem pra você!

Eduardo (gritando) - Eu não vou vestir essas porcarias! Quero roupas de homem agora!

 Nesse momento sua mãe lhe deu um tapa na cara, Eduardo não se lembra da última vez que apanhou de sua mãe.

Mãe - Você acha que está falando com quem! Agora você me deixou com raiva. Vista já essa calcinha!

 Eduardo permaneceu em silêncio.

Mãe - Por sua grosseria merece um belo castigo, mas penso nisso mais tarde. Agora vista-se senão eu vou vesti-lo a força.

 Intimidado por sua mãe e visto que sua rebeldia só piorou as coisas, ele vestiu a calcinha rosa, mais simples que a ultima, o único detalhe é uma pedrinha na frente pra dar um charme, porém é fio dental bem apertada.
Era igual a essa
Vista por trás
 Sentindo a calcinha apertando bem suas genitais e bem enfiada na bunda, Eduardo teve que vestir o mesmo sutiã rosa, o mesmo babydoll sexy, assim como as meias 7/8 de lacinho e as pantufas de unicórnio.

 Na hora do jantar a humilhação se repetiu, para o deleite do seu irmão mais novo, mas sua mãe não disse nada, ela ainda estava zangada com o mau comportamento de Eduardo.

 Logo após o jantar, o irmão de Eduardo foi bater punheta no banheiro.

Irmão (pensando) - Oh! Por que Eduardo parece tanto uma garota gostosa? Que tesão da desgraça!

 No dia seguinte Eduardo acorda envergonhado em se ver como estava vestido, porém aliviado por ser sábado e não precisar ir para a escola, e também por não encontrar Jean. Ele logo foi até sua parte do guarda roupas para vestir uma bermuda e uma camisa, pois mesmo de calcinha por baixo é bem menos humilhante que o tão pequeno babydoll que usava, mas ao abrir a porta do guarda roupas ele não encontrou nenhuma de suas roupas, nem mesmo o uniforme da escola.

Eduardo - Cadê minhas roupas?

Irmã - A mãe levou todas durante a madrugada irmãzinha. 

 Eduardo grita por sua mãe que logo aparece.

Mãe - O que foi? Que desespero é esse?

Eduardo - Cadê as minhas roupas?

Mãe - Como você me irritou muito ontem, na raiva me livrei das suas roupas.

Eduardo - Mas eu não posso ficar o dia todo vestido assim!

Mãe - Estava pensando em deixá-lo assim como castigo por me desrespeitar.

Eduardo - Não! Por favor mãe!

Mãe - Tudo bem, não precisa ficar de babydoll, mas vai ter que usar as roupas que sua irmã não usa mais por enquanto.

Eduardo - Não faça isso mãe! Eu imploro!

 Sua mãe não lhe deu ouvidos, ao invés disso ela se retirou, mas logo voltou segurando duas caixas grandes.

Mãe - Ainda bem que guardei todas as roupas antigas de sua irmã, a maioria não serve mais nela, porém algumas ela nem chegou a usar, preferiu se parecer com um garoto esqueitista. 

Irmã - Não é bem assim mãe. E Eduardo é do mesmo tamanho que eu, se essas roupas não servem mais em mim como servirão nele?

Mãe - Cale a boca!

 Eduardo pensou que qualquer coisa poderia ser melhor do que os trajes em que estava, então abriu a caixa a procura de uma calça ou uma camisa simples, mas para sua surpresa só haviam roupas muito femininas.

Mãe - Vou ser boa contigo e te dar a oportunidade de escolher. Vamos! Escolha!

 Isso foi algo difícil para Eduardo, escolher entre vestidinhos, mini saias, shortinhos e blusinhas. 

Mãe - Já escolheu?

Eduardo (envergonhado) - Já.

Mãe - Mas vai ter que usar esse sutiã!


Eduardo - Oh mãe, eles me fazem parecer que tenho peitos de garota.

Mãe - São seios! E esse é o objetivo.

 Sua mãe o ajudou a colocar o sutiã.

Irmã - Nossa Eduardo! Você escolheu esse shortinho?

Eduardo (envergonhado) - Todo o resto é pior.

 Eduardo vestiu o shortinho jeans de cintura alta, que além de ser bem curto e apertado, era também de amarrar nas laterais com cordões semelhantes a cadarços de sapato, expondo ainda mais as coxas sensualmente.

Igual a esse

Visto de lado

Irmã - Nossa! Esse shortinho realçou seu bumbum.

 Eduardo ficou muito constrangido ao ver que o shortinho era do mesmo tipo que apenas as garotas mais ousadas usavam na rua, mostrando a popa da bunda e chamando a atenção dos homens.

 A blusinha listrada que ele foi obrigado a escolher era do tipo cropped, ficava acima do umbigo, por ser justa destacava ainda mais o volume dos bojos do sutiã, parecendo seios reais.

Semelhante a essa
 Na outra caixa haviam diversos sapatos femininos, um mais fofo que o outro, sua mãe escolheu o rosa.

Mãe - Olha que lindos esses sapatinhos!

Eduardo - E-Eu vou ter que usar esse também?

Mãe - Claro que vai! Eles são bem confortáveis.

 Eduardo ficou sentado imóvel enquanto sua mãe colocava as lindas sandálias rosa, com um salto médio e fivela na frente. 

Mãe - Levante-se! 

 Eduardo ficou de pé e imediatamente sentiu que os salto altos mesmo sendo médios não apenas o deixou mais alto, mas também ajustou sua postura e empinou sua bunda, fazendo o shortinho parecer ainda mais curto.

Irmã - Ele está uma delícia!

Eduardo - Cale a boca!

Irmã - Mas é verdade! Olhe-se no espelho!

 Eduardo se olhou no espelho e ficou chocado, do pescoço para baixo era uma garota muito atraente que ele enxergava, isso o envergonhou ainda mais.

Eduardo - Eu não posso ficar assim!

Mãe - Mas vai ter que ficar.

Eduardo - E se me verem assim? E se vir visita?

Mãe - Não vejo mal, você está muito bonita.

 Eduardo novamente se revoltou.

Eduardo - Eu não sou uma menina para ser bonita! Eu quero minhas roupas! Quero agora! 

Mãe - Calma! Então vamos ao shopping comprar roupas, lembre-se que foi você quem pediu.

Eduardo - Sim, por favor! Não posso ficar assim!

 Eduardo sentiu um alívio com a possibilidade de ter novas roupas, mas lembrou que ele não tinha roupas nem para sair. 

Eduardo - Mas como eu vou se você jogou todas as minhas roupas fora? Preciso de roupas emprestadas para ir!

Mãe - Sim, você já pegou roupas emprestadas e está usando elas.

Eduardo (assustado) - Mas não dá pra ir com essas roupas!

Mãe - Claro que dá, e agora você vai! Com essas que está usando ou com outra da caixa.

Eduardo (choramingando) - Não mãe! Eu serei humilhado! O que vão pensar vendo um garoto com essas roupas?

Mãe - É esse o problema? E se eu te deixar parecida com uma garota?

Eduardo - Não quero!

Mãe - Então irá assim mesmo ou não terá novas roupas.

 Eduardo teria que engolir o que lhe restava de orgulho e deixar sua mãe fazê-lo parecer uma menina, ele chegou a pensar que estando maquiado poderia não ser reconhecido.

Eduardo - Oh poxa! Veremos como fica então.

 Sua mãe pegou um arquinho rosa com acabamento de bolinhas brilhantes, na lateral uma flor grande de cetim com pérolas falsas no meio dela e colocou na cabeça de Eduardo após ter aplicado creme para pentear e penteado o cabelo para trás, como uma garota de cabelos encaracolados curtos.

O arquinho era como esse
Eduardo - Tenho mesmo que usar batom?

Mãe - É claro! Faz um biquinho! Isso! Agora o rímel e pronto!

Eduardo - Pronto? Só isso?

Mãe - Quer mais coisa ainda?

Eduardo - Não, mas pensei que iria disfarçar mais.

Irmã - Mas isso não é um disfarce, a mãe apenas te deixou ainda mais feminina.

 A irmã de Eduardo estava certa, um arquinho, batom e rímel não disfarça ninguém, claramente era Eduardo, mas estava mais bonito e atraente do que a maioria das meninas de sua idade.

Eduardo - Ai meu Deus! Eu não vou conseguir sair de casa assim!

 Sua mãe e sua irmã se arrumaram, seu irmão também se arrumou mas não tinha visto Eduardo ainda.

Mãe - Venha Eduardo!

Eduardo - Eu não quero ir!

 A mãe o agarrou pelo braço e o trouxe até a sala, quando o irmão de Eduardo o viu descendo as escadas com aquele shortinho tão pequeno, de cropped e saltinhos, tão gracioso de batom, rímel e arquinho ficou impressionado.

Irmão (pensando) - Oh! Como ela está linda! Ount, não deveria ter pensado essas coisas, é errado estar excitado com o meu irmão, mas ele está uma bela travesti.

 Eduardo ainda estava se acostumando com os saltos do tamanquinho, com o coração quase saindo pela boca em ter que sair de casa em trajes tão atraentes, rapidamente ele correu desajeitado até o carro.

Irmã - Não vai querer ir na frente dessa vez?

Eduardo - De jeito nenhum, algum conhecido pode me ver na rua.

Irmã - Como se você não estivesse indo para um shopping.

 Eduardo sentiu como se borboletas estivessem em seu estômago, enquanto isso seu irmão passou todo o caminho olhando para as pernas expostas de Eduardo, ele disfarçava a excitação.

Mãe - Chegamos!

Eduardo - Estacione mais para o fundo mãe!

Mãe - Por ser final de semana está cheio daquele lado, melhor parar aqui.

 Com isso Eduardo pensou em desistir, mesmo tendo que ficar como uma garota sexy em casa, ele não queria ser visto daquele jeito, mas era tarde demais pra voltar atrás.

Mãe - Saia do carro Eduardo!

Irmã - Nossa! Ele está pálido!

 Eduardo estava em choque, suas pernas tremiam, estava ofegante.

Mãe - Filha, vai segurando a mão dele!

 Ao sair do carro, Eduardo sentiu a leve brisa bater em suas pernas, visto por trás, parecia muito mais mulher do que sua irmã. Eles percorreram todo o estacionamento externo do shopping, um carro que passou por eles reduziu a velocidade e buzinou duas vezes, Eduardo manteve a cabeça baixa.

Irmã - Hum! Acho que foi pra você.

 Ao chegar na entrada principal do shopping, o irmão de Eduardo ficou mais afastado, observando a bunda de Eduardo no shortinho que mal a cobria. Os homens que passavam também olhavam, algumas mulheres também, mas quem vinha de frente e olhava mais de perto o rosto envergonhado, reconhecia que era um cara, alguns comentavam entre eles.

Mãe - Vamos nessa loja! Ela é grande e tem muita variedade!

Irmã - Na loja Beautiful Girl?

Irmão - Vou esperar aqui fora.

 Eduardo achou estranho, por ser uma loja de fachada rosa, apenas com mulheres e roupas femininas na vitrine. Ele se manteve em silêncio por imaginar que as roupas masculinas ficassem no fundo da loja, e também pela vergonha que estava sentindo.

 Uma vendedora se aproximou, ela era jovem e bonita, Eduardo abaixou a cabeça tentando ficar atrás de sua mãe. A vendedora olhou duas vezes para ele.

Vendedora - Olá! Em que posso ajudá-los?

Mãe - Hoje vim comprar roupas apenas para o meu filho!

Vendedora (surpresa) - Seu filho? Mas só trabalhamos com moda feminina.

 A mãe apontou para Eduardo que estava constrangido sem entender.

Mãe - Este aqui. Não vai dizer nada Eduardo?

 Eduardo ficou em choque por sua mãe tê-lo exposto, assim como a vendedora que ficou de queixo caído por ter a certeza do que estava desconfiando mas não quis acreditar.

Mãe - Está tudo bem?

Vendedora - Oh, nossa! É que...

Mãe - Estou disposta a comprar muito, além da gorjeta que darei.

Vendedora - Certo! Vamos na seção de jovens.

 Eduardo ficou assustado ao ver que só haviam roupas femininas na loja, sendo a maioria delas roupas curtas e ousadas como as que ele estava usando.

Mãe - Veja que vestidinhos lindos!

Eduardo (tímido) - Mas mãe...

Mãe - Calado! Se não fizer o que eu mandar, vamos visitar cada um de seus amigos ainda hoje. Você não quer isso né?

 Eduardo se calou derrotado.

Vendedora - Olha que lindo esse vestido vermelho de bolinhas, com mangas longas levemente bufantes e esse detalhe na bainha, só não sei se temos tamanho maior pra ele, ou ela.

Mãe - Meu filho adoraria experimentá-lo.

 Eduardo arregalou os olhos.

Vendedora (sem graça) - Me acompanhe até o provador jovenzinha.

 Já no provador, Eduardo teve que tirar sua cropped e seu shortinho, ficando constrangido em se ver de lingerie no grande espelho. Em seguida, vestiu o vestidinho vermelho, que ficou bem curtinho nele.

Semelhante a esse
Vendedora - E então, serviu?

Eduardo (tímido) - Ficou pequeno.

Mãe - Saia do provador!

 Com aparente nervosismo, Eduardo saiu do provador, chamando a atenção de outras mulheres e garotas que haviam lá.

Garota - Veja mãe, aquela garota jovem na verdade é um menino.

Mãe da garota - Será? Nossa! Nunca vi uma travesti tão jovem.

Mãe - Está muito fofo! Vamos levar esse!

 Eduardo de cabeça baixa voltou ao provador, quando estava apenas de lingerie sua mãe puxou a cortina do provador, fazendo as garotas terem certeza de que era um garoto, devido ao pequeno volume na calcinha.

Garota - Nossa! Ele também usa calcinha e sutiã!

Mãe da garota - E a calcinha é fio dental!

Eduardo - Por que fez isso mãe?

Mãe - Quero que você experimente esse outro vestido.

 O próximo vestido era rosa claro, meio nude, com saia rodada e parte superior bem colada, com alças finas e costa nua, também muito curto, ele deveria se abaixar com cuidado.

Era como esse
Visto por trás


 Com esse vestido Eduardo se sentiu nú, ele estava com muita vergonha das mulheres presentes na loja, principalmente das garotas jovens que olhavam uma para a outra e riam.

Mãe - Vou levar esse também.

 A humilhação de Eduardo estava apenas começando.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

O sonho de uma mãe - Parte 5

...continuação.

 Eduardo acordou imediatamente sentindo a calcinha enfiada, as meias, o sutiã e a camisolinha, seu pintinho ficou duro na hora, mas vendo que sua irmã já estava acordando, rapidamente ele tirou a camisolinha e vestiu o uniforme da escola, na pressa nem tirou o sutiã, também permaneceu com as meias e a calcinha, apenas para não ser visto por sua irmã tão sexy novamente.

 Eduardo viu sua irmã acordando na cama ao lado, ela usava um pijama, sendo uma camisa larga e um shortinho, com detalhes em rosa, porém muito mais comportado e muito menos constrangedor que os seus trajes de dormir, a ponto de invejá-la. 

Irmã - Bom dia irmãzinha!

Eduardo - Sem graça!

Irmã - Já se vestiu? Que pena! Queria te ver de novo toda sensual. Bom, já que você agora é uma garota vou me trocar aqui mesmo.

Eduardo - Eu não sou uma garota! Você que deveria ser e não se comporta como tal.

Irmã - Isso não me ofende nem um pouco, eu que digo o mesmo de você!

 Sua irmã tirou o pijama e ficou nua em sua frente, apesar de não ser vaidosa, ela era linda e seu corpo era muito bonito. Eduardo nunca tinha visto seios e uma vagina na vida, ele ficou de boca aberta, quase babando vendo o corpo atraente de sua irmã, porém muito envergonhado. 

Irmã - Não sei porque você olha tanto, seu corpo é bem parecido com o meu, só te falta seios, pois a parte de baixo é insignificante kkk, você deveria ser uma garota e não eu.

 Ela vestiu uma calcinha de renda, não por escolha mas porque sua mãe só comprava assim, o sutiã mais simples, calça jeans e a camisa da escola, terminando fazendo um rabo de cavalo nos cabelos. Tudo isso para a indignação de Eduardo, que era obrigado a usar a calcinha fio dental e as meias 7/8.

 Mais tarde durante o café da manhã...

Mãe - Sejam rápidos para não se atrasarem para a escola!

 Eduardo ia correr para o quarto para tirar o sutiã.

Mãe - Espera! Para onde você pensa que vai?

Eduardo - Para o quarto.

Mãe - Não! Você já está pronto!

Eduardo - Mas, mas... Eu esqueci de tirar...

Mãe - Se refere ao sutiã? Você não vai tirar!

 Seu irmão não tirava os olhos do volume provocado pelos bojos do sutiã de Eduardo, pareciam os pequenos seios das garotas de sua idade.

Eduardo (assustado) - Mas mãe! As pessoas vão notar, serei humilhado! Não faça isso comigo!

Mãe - Isso é por você ter perdido aquelas meias!

 Além de ter que ir para a escola usando aquela calcinha e aquelas meias, teria que ir também usando sutiã. Ele vestiu uma jaqueta de moletom que disfarçou bem, pois o sutiã transparece pela camisa branca da escola, além do volume que parece pequenos seios.

 Ao chegar na  rua da escola, os alunos já olhavam para ele e riam, a sensação era de vergonha, mesmo negando ele sabia que seus colegas zombavam com motivo.

Luis - Aff Eduardo! Você se queimou ontem. Que vacilo! Agora vai ter que aguentar a galera zoando.

Eduardo - Droga! Espero que esqueçam isso logo.

Luis - Mas afinal, por que você está estranho nos últimos dias? Aquelas meias eram realmente suas né?

Eduardo - Não eram minhas! Eram da minha irmã.

Luis - Então foi você quem as trouxe!

 Eduardo e Luis eram amigos de infância, logo Eduardo assumiu que trouxe as meias, mas sem dizer que havia usado, apenas disse que trouxe.

Eduardo - Minha mãe obrigou a trazê-las.

Luis - Por que ela fez isso?

Eduardo - Porque ela está louca!

 Jean e seus amigos se aproximam:

Jean - Olha só o menino afeminado! Está usando meias novas de garotas?

 Eduardo ficou intimidado com a gozação, uma vez que realmente ele estava usando meias tão femininas quanto as do dia anterior.

Jean - Deixa eu ver se não está usando mesmo.

 Jean levantou a barra da calça de Eduardo até abaixo do joelho e foi rapidamente impedido, Eduardo abaixou rapidamente.

Jean - Vocês viram? Ele está usando meias de garotas, são fininhas e devem ser tão altas quanto as outras, talvez tenham lacinho no alto das coxas! kkk.

Eduardo - Não é verdade!

Luis (pensando) - Pareciam sim meias de garota, que estranho!

 Na hora do intervalo, Eduardo foi ao banheiro sem notar que Jean o seguia, ele esperou todos usarem para entrar, antes de fechar a porta da divisória Jean travou com o pé.

Eduardo - O que... O que você quer?

Jean - Só quero tirar uma dúvida. Fica calminha!

Eduardo - Vá embora! Me deixe em paz!

 Nesse momento Jean agarra Eduardo para ver se ele estava mesmo com meias femininas, mas sentiu algo estranho quando encostou no alto da sua blusa.

Jean - O que é isso dentro da sua blusa? Tira essa blusa!

 Eduardo não queria tirar, mas Jean era bem maior e mais forte que ele. Quando Jean bateu com a mão na parede ordenando para Eduardo tirar a blusa, ele teve medo e abriu o zíper da jaqueta de moletom.

Jean - Nossa! Que peitinhos são esses? Não pode ser! kkk, não acredito no que estou vendo. A maricas usa sutiã! kkk.

 O rosto de Eduardo queimava e estava vermelho como um tomate maduro.

Eduardo - Me larga!

Jean - Calma menina! Isso foi surpreendente, mas não era isso que eu queria ver. Abaixe as calças e mostre que está usando meias de garotas quentes!

Eduardo - Não! Me deixe em paz!

 Eduardo estava em choque, não só por causa das meias, mas Jean estava prestes a ver que ele também usava uma calcinha. Jean segurou Eduardo com um só braço e abaixou sua calça, então seus olhos quase saltaram do rosto ao ver a minúscula calcinha rosa com lacinho atrás toda enfiada na bunda de Eduardo que tremia.

Jean - Oh! Nossa! 

 Jean mudou sua expressão de zombaria para sério e impressionado ao mesmo tempo.

Eduardo - Por favor Jean, não conte isso a ninguém! Eu imploro!

Jean - Talvez eu não conte. Hum, meias de lacinho, assim como a tanguinha.

Eduardo - Me solte! Deixe eu levantar minha calça! Ah...

 Eduardo foi surpreendido com um tapa na bunda.

Jean - Até que você tem uma bundinha bem carnuda, veja como engole a tanguinha!

 Eduardo ficou assustado ao ver um volume crescendo na calça de Jean, mas ficou aliviado com o sinal para voltar a aula e foi liberado.

 Eduardo passou toda a aula pensando no que aconteceu e temia que Jean espalhasse o que viu, mas até a hora da saída não havia nada além das gozações que já vinha sofrendo. Já do lado de fora da escola ele foi parado por Jean.

Eduardo - Por favor não conte nada do que viu! Eu faço qualquer coisa!

Jean - Qualquer coisa? É mesmo viadinho?

Eduardo - Quase qualquer coisa! E eu não sou gay, fui obrigado a usar essas roupas!

Jean - Bom, primeiro quero saber de toda essa história.

 Então Eduardo contou tudo, sobre seu problema durante o sono e as medidas tomadas pela sua mãe, com isso Jean riu muito.

Jean - Um homem jamais permitiria isso, mesmo vindo da mãe. Você é gay sim, por aceitar isso.

Eduardo - Então já vou indo.

Jean - Muita calma nessa hora! Você vai vir comigo agora.

Eduardo (assustado) - Por que? Pra onde vamos?

Jean - Para eu continuar guardando seu segredinho você vai quieto comigo até minha casa.

 Mesmo com medo, Eduardo foi até a casa de Jean, que estava vazia pois seus pais trabalhavam o dia todo. Jean sentou na poltrona de seu pai e ordenou que Eduardo ficasse de pé na sua frente.

Jean - Tire a roupa lentamente!

Eduardo - Mas... Mas Jean...

Jean - Boca fechada! Nem um pio! Faça o que eu mandei agora!

 Eduardo tremia muito enquanto tirava sua blusa de moletom, era possível ver seu sutiã através da camisa branca da escola.

Jean - Agora tire os sapatos e a calça!

Eduardo - Por fa...

Jean - Olha! O que eu mandei você fazer?

 Eduardo muito envergonhado abaixou lentamente sua calça como lhe foi ordenado, a camisa cobria metade da sua bunda em fio dental. O volume na calça de Jean voltou a subir.

Jean - Agora pode tirar a camisa.

 Eduardo tirou a camisa, ficando apenas de calcinha, sutiã e meias sensuais para os olhos atentos de Jean, que sacou o celular e começou a tirar fotos.

Eduardo - Por favor, não divulgue essas fotos!

Jean - Não divulgo se fizer o que eu mandar. Agora quero que você faça poses bem femininas e sensuais.

 Totalmente desmoralizado, Eduardo teve que posar sensualmente para as fotos de Jean, que mandava ele empinar a bunda, também com as mãos nos joelhos, de quatro e fazendo biquinho. Eduardo estava em choque, mas tremia ainda mais ao ver o enorme volume na calça de Jean, que estava muito excitado e sentou novamente na poltrona.

Jean - Agora chegue mais perto.

 Eduardo estava paralisado.

Jean - Não tenha medo! Pode vir!

 Lentamente Eduardo se aproximou.

Jean - Senta aqui no meu colo!

Eduardo - Não faça isso Jean!

Jean - O que eu mandei você fazer?

 Com a boca seca, Eduardo sentou no colo de Jean, só que mais afastado possível, quase em seus joelhos.

Jean - Não tenha medo gatinha! Vem mais pra trás!

 Jean então o segurou pela cintura e o puxou para trás, agora Eduardo sentia o volume pulsando em sua bunda. 

Jean - Nossa! Eu achava sua irmã gostosa, mas você tem uma bundinha tão gostosinha quanto a dela.

 Eduardo tremeu ao ouvir isso, mas seu coração disparou quando Jean começou a passar as mãos em suas pernas e beijar seu pescoço.

Eduardo - Por favor pare!

Jean - Sim, fique de pé!

 Jean também ficou de pé, pegou nas mãos de Eduardo e conduziu até sua ereção.

Jean - Agora massageie meu pau bem gostoso!

 Em seguida ele agarrou Eduardo e começou a apertar e bater em sua bunda.

Jean - Vai! Coloque a mão por dentro da minha cueca!

 Então Eduardo fez o que lhe foi ordenado, sentindo nas mãos um pênis bem maior que o seu, logo começou a masturbá-lo, também sentindo as mãos fortes de Jean abrindo a sua bunda, ele ficou na ponta dos pés quando Jean começou a enfiar o dedo em seu cuzinho.

Jean - Nossa! Que delícia! Que bundinha gostosa!

 Eduardo estava impotente nos braços de Jean, era humilhante mas ele estava arrepiado com essas palavras e beijos em sua orelha. Então Jean o beijou na boca, o primeiro beijo de Eduardo acaba de acontecer, ele sente a língua de Jean entrelaçando com a sua, com isso Jean o apertou mais forte e ele acabou gemendo, excitando ainda mais Jean.

Jean - Oh! Certo! Não aguento mais! Agora ajoelhe-se!

 Eduardo se ajoelhou ficando com o rosto bem perto do pênis que pulsava e babava de tesão.

Jean - Pode chupar!

 Eduardo teve um pouco de nojo de colocar um pau na boca, relutou por um momento mas Jean ordenou empurrando sua cabeça, logo ele estava com metade daquele pênis na boca.

Jean - Isso delícia! Agora me faça gozar e eu te libero.

 Ao ouvir que seria liberado satisfazendo Jean, ele começou a beijar, acariciar e chupar seu pau.

Jean - Ei! Olhe pra mim!

 Eduardo então chupava e olhava para Jean, completamente derrotado.

Jean - Ah! É agora! Não tira da boca, continue chupando!

 Eduardo sentiu Jean tremer, em seguida sentiu os jatos quentes em sua garganta, queria cuspir, mas Jean segurou a sua cabeça e o mandou engolir, foram quatro jatos até Jean soltá-lo, deixando de joelhos no chão um garoto que viu sua masculinidade sendo destruída. Após isso Jean o deitou no sofá e deu uns amassos, esfregava o pinto nele, beijando e alisando todo o seu corpo, empurrando o dedo em suas pregas, o pintinho de Eduardo ficou duro.

 Mas Jean resolveu parar e o liberou, não disse mais nada, deixou ele se vestir e ir embora. Eduardo voltou pra casa ainda fora de si, processando em sua mente o que aconteceu.

Mãe - Como demora tanto e não avisa? Onde você estava?

Eduardo - Estava apenas com os amigos.

 Ele foi para o quarto sem saber o que pensar.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

O sonho de uma mãe - Parte 4

...continuação.

 Eduardo acorda com um tapa na bunda dado por sua irmã.

Irmã - Desculpe, não resisti, você está com a bunda exposta, que falando nisso é quase do tamanho da minha!

 Eduardo rapidamente puxou sua tão curta camisola para cobrir pelo menos o bumbum.

 Mais uma vez Eduardo teve que ir pra escola com as lindas meias 7/8 de lacinho, e para piorar, com a calcinha vermelha que já vimos, e para piorar ainda mais, é dia de aula de educação física. Ele já não era bom nos esportes, mas agora não queria participar da aula de educação física por um único motivo, o vestiário, pois os alunos deveriam trocar seus uniformes por roupas mais leves para praticar os esportes.  Seus colegas de classe sabiam que algo estava diferente.

Luis - O que está acontecendo Eduardo? Você está estranho nos últimos dias.

Eduardo - Impressão sua, estou bem.

Luis - Não vai trocar de roupas? Ou vai correr de calça jeans?

Eduardo - Hoje não estou afim de praticar nenhum esporte.

 Na verdade, não dava pra vestir o short usando aquelas meias tão altas, sem contar o risco de ser visto se trocando, ele nem queria imaginar se alguém descobrisse sua calcinha.

Professor - Ainda não se trocou Eduardo?

Eduardo - É... eu não estou me sentindo muito bem para praticar esportes.

Professor - Mas vá trocar de roupa pelo menos! Está calor.

 Agora Eduardo ficou tenso, pois vestir o short com as meias 7/8 cobrindo suas pernas seria vergonhoso, claro que ele não faria isso, mas como não há armários, todas as roupas ficam juntas num só lugar, então onde ele deixaria suas meias? Sem tempo para pensar, ele enrolou bem as meias e escondeu abaixo da pilha de roupas. Com o short de poliéster ele parecia sentir mais a calcinha enfiada na bunda.

 Eduardo ficou sentado na arquibancada até o fim da aula, quando o professor deu o apito final todos correram para o vestiário, ele tentou ir na frente para pegar rapidamente as meias, mas não conseguiu, então com medo resolveu não pegar, o que foi pior, pois ficaram apenas as meias no local que acabaram se desenrolando e surpreendendo os garotos.

Jean - Nossa! Temos uma garota entre nós? Quem será está que usa meias tão quentes como essas?

 Todos olharam uns para os outros, mas Eduardo era o único sem meias, logo todos riram dele e o provocaram. 

Eduardo - Nã...Não! Claro que não são minhas!

Jean - Então cadê suas meias florzinha?

 Todos riram.

Eduardo - Vocês esconderam! Fizeram isso para me sacanear!

Jean - Boa desculpa mocinha, toma aí suas meias.

 Eduardo jogou as belas meias no chão e pisou em cima para realmente parecer que não eram dele, mas isso não amenizou o bullying, os garotos levaram as meias para sala de aula e mostraram para as meninas.

Jean - Eduardo diz que essas meias não são dele, por acaso é de uma de vocês?

Garotas - Não mesmo! Nossas mães não nos deixariam usar meias tão sexy... Meu pai me mataria!

 Eduardo insistia que isso foi um plano dos seus colegas de classe, mas na hora da saída toda a escola já sabia do acontecimento no vestiário, o que lhe rendeu o apelido de MENINO AFEMINADO.

 Depois de ser humilhado na escola, Eduardo finalmente chegou em casa.

Mãe - Oi! Que cara é essa?

 Em seguida seus irmãos chegam.

Irmão - Que história é essa do menino afeminado?

Irmã - Não me diga que é você Eduardo!

Mãe - Que história é essa?

 Eduardo explicou tudo.

Mãe - Não fiquei irritada por você ter mentido, fiquei irritada por você ter perdido as meias!

Eduardo - Mas eu não poderia dizer que eram minhas!

Mãe - Mas isso não lhe dá o direito de atirar no chão e pisar nelas!

Eduardo - Mas...

Mãe - Mas nem uma palavra Eduardo! Isso não vai ficar assim!

 E não tocaram no assunto até a noite.

 Mais tarde após o banho Eduardo vai ao quarto rosa apenas de toalha e encontra sua mãe, que o aguardava com uma sacola na mão.

Mãe - Era pra ser um castigo por ter perdido aquelas meias tão lindas, mas no fim das contas se tornou algo bom, pois hoje você não precisa tomar nada emprestado da sua irmã, comprei algumas roupas pra você.

 Eduardo pegou a sacola achando que teria cuecas novas para usar, mas arregalou os olhos ao ver o que tinha para ele.

Eduardo - Calcinha! Você comprou calcinha pra mim! Quero minhas cuecas de volta!

Mãe - Você não me ouviu dizer que era pra ser um castigo por ter perdido as meias? Agora pegue e vista o que tem aí!

Eduardo - Mas por que tão rosa e pequena? Isso não é justo! Que seja outra então.

Mãe - Não discuta comigo! Essa calcinha eu comprei pra você e essa que você vai usar! Agora vista!

 Mesmo resmungando, Eduardo puxou a pequena calcinha rosa e macia, com cintura elástica formando lindos babadinhos, com uma laço grande de cetim atrás. Ao encostar em seu pequeno órgão masculino ele sentiu o quanto era pequena, pois não subia mais sem enfiar bem na bunda.

Eduardo - Não vou puxar mais! Já está me apertando!

Mãe - Não seja tolo! Essa calcinha sim é fio dental.

 Sua mãe agarrou a calcinha por trás e puxou pra cima, dividindo as nádegas de Eduardo e apertando bem seu pequeno órgão.

Era igual a essa
Vista por trás
Eduardo - Ai mãe! Está rasgando minha bunda!

Mãe - Você vai se acostumar. Agora vista a camisola nova que também comprei.

Eduardo - Mas mãe! Isso é transparente, não me faça usar!

Mãe - Vista ou fique apenas de calcinha.

 Eduardo ficou chocado ao vestir a camisola, na verdade um sexy babydoll preto com frente fly away de malha com alta transparência e desenho de flores, além das duas fendas na frente que chegavam até a cintura da calcinha com um laço de cetim rosa de cada lado e outro no decote.
Igual a essa
Atrás era assim, porém com a calcinha rosa com laço atrás
Eduardo (corado) - Nã...Não! Eu não posso usar algo assim!

Mãe - Oh não! Esqueci de algo importante! Me enganei, vamos ter quer tomar algo emprestado da sua irmã sim!

 Eduardo se sentia fraco e impotente nos trajes em que se encontrava, mas ainda arregalou os olhos de espanto quando sua mãe lhe entregou algo que retirou do armário de sua irmã.

Eduardo - Não mãe! Isso não!

Mãe - Calma! É só um sutiã, e é preciso, a parte dos seios de sua camisola é muito transparente, isso vai ajudar a cobrir.

 A mãe colocou o sutiã sem precisar tirar a camisola de Eduardo, um modelo sem alças, porém as costas nuas da camisola destacavam a parte de trás, que era rosa, com um lacinho de cetim entre os bojos e todo acabado em renda.


Mãe - Olha que linda! O sutiã combinou com a calcinha!

 Eduardo não tinha mais reação, estava derrotado, não se chocou mais quando a mãe ordenou para que ele vestisse as novas meias 7/8 brancas com grandes laços pretos no alto das coxas.

Igual a essa
 Mas voltou a se chocar com mais uma surpresa de sua mãe.

Mãe - Claro que com esse look todo você não vai usar seus velhos chinelos, por isso comprei essas pantufas lindas de unicórnio. Não são lindas?
 A própria mãe ficou impressionada ao ver Eduardo completamente vestido, ele parecia acuado e indefeso, para piorar, involuntariamente seu pequeno órgão cresceu na calcinha.

Mãe - Hum! Vejo que gostou, isso porque nem se viu no espelho.

 Sua mãe o levou até o espelho, ao se ver com o sexy babydoll, podendo ver facilmente a lingerie rosa através do tecido, as meias sensuais no alto das coxas em suas novas pantufas de unicórnio, seu coração disparou, suas mãos tremiam.

Mãe - Agora vamos jantar!

Eduardo - E...Eu não posso descer assim...

Mãe - Só não pode como vai!

 Sua mãe segurou sua mão e o acompanhou, seus irmãos já estavam em seus lugares junto a mesa, quando eles viram Eduardo descendo as escadas arregalaram os olhos na hora, sua irmã pôs a mão na frente da boca e seu irmão parecia congelado, estava em choque, só se moveu para puxar sua camisa e esconder o volume pulsante em sua calça.

Irmã - Nossa! Nossa! Nossa! Que garota quente!

Mãe - Deixa que eu puxo a sua cadeira!

 Eduardo não falava nada, estava pálido, parecia que ia desmaiar de vergonha. Ele sentou na cadeira com as pernas juntas, desde que se vestiu passou a andar de pernas juntas devido ao pequeno espaço na calcinha para seu pequeno órgão, ele não queria que escorregasse para fora da calcinha.

 Seu irmão ao seu lado nem piscava, olhava fixamente enquanto Eduardo se abaixou para sentar, ficou hipnotizado no laço da parte de trás da calcinha que via facilmente através da curtíssima camisolinha que mal cobria sua bunda, que subiu ao sentar, ele viu a bunda de Eduardo em contato direto com a cadeira e a calcinha socada dentro da bunda. Seu irmão nem conseguiu mais comer, nem reparou que sua mãe olhava para ele, que ao ver os cortes das fendas do babydoll expondo completamente as pernas de Eduardo até a virilha, ele não pôde mais aguentar, estava sujando sua cueca, teve o seu primeiro orgasmo naquele momento, naquela situação.

Mãe - Está tudo bem com você?

Irmão - Si...Sim, preciso ir ao banheiro.

 Ele correu rapidamente para o banheiro, chegando lá abaixou sua calça e a cueca molhada, seu pênis que também não era grande coisa, ficou duro e pulsante, sua primeira masturbação foi pensando em seu irmão tão sexy esta noite.

Irmã - O que há com ele afinal?

Mãe - Deve ser estranho pra ele ver o irmão tão bonito e fofo como está. 

 Eduardo comeu rapidamente e se retirou da sala de jantar, ficou sozinho no quarto com os olhos cheios e com ódio de sua mãe.

Eduardo - Por que ela está fazendo isso comigo? Por que pareço tanto com uma garota nessas roupinhas?

 Ele ficou de frente ao espelho e se virou, ao ver sua bunda redonda engolindo a calcinha através do sedoso tecido do babydoll seu pequeno pintinho ficou duro preso no pouco espaço dentro da calcinha. Ainda olhando no espelho ele apertava o volume na calcinha, suas pernas começaram a roçar uma na outra, então seu corpo todo tremeu e a calcinha ficou só um pouco molhada. Ele limpou e foi dormir negando em sua mente o que acabou de acontecer.

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

O sonho de uma mãe - Parte 3

...continuação.

 No dia seguinte, o irmão de Eduardo acorda primeiro e se surpreende com o que viu, o cobertor de Eduardo no chão não era novidade, o que o fez arregalar os olhos foi ver a calcinha azul clara com detalhes em renda cavada no bumbum redondinho de Eduardo. Ele não conseguia parar de olhar, até sua mãe entrar no quarto, ele disfarçou.

 Minutos depois...

Eduardo (assustado) - Eu não posso ir pra escola usando calcinha! E se alguém ver?

Mãe - É o jeito, suas cuecas estão molhadas e sujas na lavadora, é melhor ir de calcinha do que sem nada.

 Eduardo teve um dia de aula diferente, sentindo sua calcinha cavada o dia todo, para sua sorte ninguém percebeu. O dia de aula pareceu mais longo, ao chegar em casa Eduardo foi ao quarto e ficou surpreso ao não ver sua cama lá.

Eduardo - Mãe! Cadê minha cama?

Mãe - Então, vou direto ao ponto, agora você vai dividir o quarto com sua irmã.

Eduardo (espantado) - Por que!? Não mãe!

Mãe - Já está feito! Não estava dando certo você dividir o quarto com seu irmão.

 Eduardo não entendeu nada, mas a mãe já tinha percebido o modo como o irmão mais novo olhava para Eduardo quando ele estava de camisola, parecia curioso demais para seu gosto.

 Eduardo ficou de queixo caído quando entrou no quarto de sua irmã, agora seu também, ao ver duas camas com lençóis e travesseiros rosa, parecia um quarto de duas garotas.

Eduardo - Por que minha cama também está com tudo rosa cheio de coisas de menina?

Mãe - Pra combinar com o quarto da sua irmã.

 Seu irmão se alegrou por ter um quarto só seu, mas a irmã protestou em vão.

 Já era noite, após o banho Eduardo achou péssimo ter que ir de toalha até o quarto de sua irmã, agora seu também.

Irmã - Oi minha nova irmãzinha! A mãe mandou escolher outra calcinha pra você, olha que linda essa!

Eduardo - Mãe! Minhas cuecas já estão prontas?

Mãe - Não Eduardo! O técnico não veio consertar a máquina de lavar. Pegue outra calcinha com a sua irmã!

 Eduardo então constrangido, pegou a calcinha que sua irmã escolheu para ele.

Eduardo - Mas tem que ser essa? Não tem outra sem essas coisas?

Irmã - São lindos babadinhos, agora vista logo! Vou me virar pra você vestir.

 Eduardo sem escolha puxou a calcinha toda em babados, com estampas vermelhas graciosas e um charmoso lacinho de cetim dourado.

Igual a essa
Eduardo - Ount, isso é ridículo!

Irmã - Para com isso! Serviu bem em você.

Eduardo - Mas é para garotas! E está entrando na minha bunda!

Vista por trás
 Eduardo vestiu rapidamente a última camisola que ganhou (aquela mais curtinha da parte 2).

Eduardo - Se a mãe pelo menos deixasse usar a camisola maior, agora ela só quer que eu use essa, mas é muito curta! Aff.

Irmã (irônica) - Ora! Vai dizer que não está gostando.

Eduardo - Mas é claro que não! Estou ridículo!

Irmã - Você já se olhou no espelho? Está tão graciosa! Aposto que está adorando sentir a calcinha entrando na bunda.

Eduardo - Cale a boca!

 A calcinha de babados parecia dar mais volume ao seu traseiro.

 Minutos depois todos estavam reunidos na sala de jantar.

Mãe - Qual calcinha você deu para o seu irmão?

Irmã - Aquela cheia de babadinhos.

Mãe - Nossa! Aquela calcinha é uma graça. Boa escolha Eduardo!

Eduardo (indignado) - Mas eu não escolhi nada!

 O irmão mais novo parecia estar fora de si quando elas descreviam a calcinha que seu irmão usava, como se pudesse ver a linda peça de lingerie. Ele mesmo achava estranho imaginar seu irmão de calcinha e tentava pensar em outra coisa.

 Mais tarde, na hora de dormir, pela primeira vez Eduardo vai para sua cama que mais parecia a cama de uma garota vaidosa. Tudo era muito rosa, muito cheiroso e delicado.

Parecido com esse
 Sua irmã achava a decoração muito infantil, mas sua mãe não permitia que mudasse. Eduardo não sabia o que pensar, procurou dormir logo e esquecer esse dia.

 No dia seguinte...

Mãe - De novo você me incomoda com isso! 

Eduardo - Mas eu não quero ir pra escola com essa calcinha cheia de babados!

 Sem escolha ele vestiu o uniforme da escola sobre a linda calcinha, mas agora encontra outro problema:

Eduardo - Também não tenho mais meias?

Mãe - Estão na mesma situação das cuecas, mas sua irmã vai te emprestar.

 Era o que Eduardo não queria ouvir. Logo sua irmã lhe entrega um par de meias com um leve sorriso.

Eduardo (surpreso) - Que meias são essas!?

Irmã - Também estão novinhas, só usei na festa a fantasia do ano retrasado.

Eduardo - Mas eu não posso ir para a escola com essas meias! São enormes, e esses laços?

Mãe - Pare de reclamar! Você vai vestir a calça por cima afinal, sim! Tem que tirar a calça para vestir as meias.

 Eduardo muito envergonhado desenrolou pelas pernas as longas meias 7/8 pretas, de tecido delicado e grandes laços de cetim no alto das coxas.

Iguais a estas
Irmã - Você está muito fofa com essa linda calcinha e essas meias sensuais kkk.

 Eduardo rapidamente vestiu sua calça, sentindo as meias modelando suas pernas.

 Já na escola, Eduardo prestava muita atenção em seu próprios movimentos, ele temia ser descoberto, seria o fim de sua reputação. Seus amigos notaram que ele estava diferente, mas não falaram nada pra ele.

 Chegando em casa sua mãe não permitiu que ele tirasse as meias, então ficou de calças o dia todo até a hora do banho. Saindo do banho ele foi envolvido na toalha até o quarto de sua irmã.

Irmã - Já deixei sua nova calcinha na cama.

Eduardo - Oh não! De novo!

 Eduardo ficou surpreso ao ver a pequena calcinha vermelha sobre a cama, era bem menor que as anteriores.

Eduardo - Não tem algo menos feminino?

Irmã - Calcinhas são femininas Eduardo. Vista logo! Você vai gostar.

 Sua irmã se virou para que Eduardo, constrangido, vestisse a pequena calcinha vermelha com transparência na frente, com desenho de renda, um charmoso lacinho de cetim na frente e laterais com três alças finas atraentes.

Eduardo - É muito pequena! Não cabe em mim!

 Eduardo não puxou a parte de trás da calcinha, por ser muito pequena já estava cavada e ele achou que não poderia entrar mais na bunda.

Irmã - Cabe sim! Levanta mais!

 Sua irmã foi até ele e puxou a calcinha, ele deu um gritinho com a tanguinha bem enfiada na bunda, sua irmã riu.

Era igual a essa
Vista por trás
 Eduardo vestiu logo sua pequena camisola para cobrir a visão de seu bumbum exposto com a calcinha aterrada. Sua mãe aparece em seguida.

Mãe - Não esqueça das meias!

Eduardo - Aquelas meias?

Mãe - Sim, você não queria cobrir suas pernas?

 Eduardo já sabia que as lindas meias 7/8 com laços vermelhos juntamente com sua camisolinha eram uma combinação atraente pra quem vê, por isso ele protestou, mas não teve escolha, sua mãe o obrigou a vestir as belas meias.

Irmã - Nossa! Está sensual!

 Eduardo ficou com o rosto queimando e bem vermelho ao se ver no espelho com a camisola tão curta que não cobria meias tão altas, expondo os laços charmosos no alto das coxas, sentindo a calcinha a todo estante. Ele não queria descer para jantar com vergonha, principalmente do seu irmão.

 Seu irmão ficou boquiaberto ao ver Eduardo descendo as escadas com as mãos segurando a parte de trás da camisola, ele se impressionou com as meias, em quão bonito seu irmão estava, ele ficou confuso, queria negar o que estava sentindo, na verdade ele nem sabia o que estava sentindo.

 Eduardo estava agoniado sentindo a calcinha apertada, pareceu entrar mais na bunda quando ele sentou, além da camisolinha subir e sua bunda ficar em contato direto com a cadeira.

Irmã - Não parecia que a calcinha era fio dental, apenas muito pequena.

Irmão (surpreso) - Fio dental?

Mãe - Ficou muito enfiada por ser pequena, você ainda não viu uma fio dental de verdade.

 Enquanto Eduardo queria morrer de vergonha, seu irmão tremia com um nervosismo incomum, ele teve uma ereção, ninguém percebeu, mas ele ficou com vergonha dele mesmo.

 Os sentimentos estranhos não eram algo só do irmão de Eduardo, sua mãe sorria estranhamente, sua irmã parecia satisfeita por sua mãe não pegar mais no seu pé, mas o próprio Eduardo ao se deitar e sentir sua calcinha socada, a pressão das meias e o tecido delicado da camisola contra o seu corpo, teve uma sensação até então desconhecida pra ele, apesar do sentimento de humilhação, sentia alguns arrepios e seu pequeno órgão deixou um volume na calcinha.

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

O sonho de uma mãe - Parte 2

...continuação.

 Na noite seguinte após ter dormido com sua nova camisola, Eduardo argumenta novamente com sua mãe:

Eduardo - Não mãe! Por favor! Não me faça usar essa camisola de novo!

Mãe - Tá bom, você pode usar a branca novamente.

Eduardo - Não! Me dá mais uma chance! Por favor!

Mãe - Claro! Mas o trato é o mesmo, se você falhar vai ganhar uma camisola nova.

 Eduardo aceitou inseguro, para não dormir de camisola novamente. Ele não conseguia entender como tirava suas calças dormindo, mesmo com cordões amarrados. 

 Na manhã seguinte Eduardo acordou decepcionado e nervoso sem sua calça, se ele acordasse antes que sua mãe viesse chama-los poderia vestir a calça e fingir que não tirou durante o sono, mas seu irmão era testemunha.

Eduardo - Mãe! Não me faça usar camisola de novo por favor!

Mãe - Calma filho! Vá para a escola, curta seu dia e não se preocupe com isso.

 Mais tarde o irmão mais novo de Eduardo fala a sós com sua mãe:

Irmão - Nessa madrugada eu estava acordado, te vi puxando o cordão da calça de Eduardo.

Mãe - Fique quieto e não conte isso a ninguém! Se guardar segredo vou te dar aquela bola da copa que você quer.

Irmão - Mas por que você mesma está fazendo ele tirar a calça?

Mãe - Finja que não viu, senão quem vai ficar usando camisola é você! 

Irmão - Não! Tá certo, não vi nada mãe.

 Já era noite, Eduardo saiu do banho e foi para o quarto, a nova camisola já estava na cama, ele ficou espantado com o tamanho, não parecia maior que suas camisas, quando ele vestiu teve a real noção de como a camisola azul escuro de cetim brilhante era curta. A pequena camisola tinha alças finas ajustáveis, estavam ajustadas no máximo deixando ainda mais curta, mas ele não sabia disso.

Era igual a essa
Eduardo (gritando) - Mãe! Essa aqui não serve pra mim!

Mãe - Calma! É assim mesmo! Deixa eu amarrar o laço de trás.

vista por trás
Eduardo - Mas mãe! Eu consigo segurar a ponta com as mãos!

Mãe - Se diz bainha, agora vem logo pro jantar!

Eduardo - Eu não quero ir assim!

 Não houve argumento, Eduardo sentia o tecido frio e delicado tocando seu corpo, sentia o ar em suas pernas totalmente expostas, desceu as escadas puxando a bainha pra baixo, com muita vergonha foi até a sala de jantar.

Irmã - Nossa! Que belas pernas! kkk

 Seu irmão mais novo ficou constrangido, mas não se comparava com Eduardo, ele mal conseguia respirar e seu rosto queimava. Sua mãe se admirou com o cuidado que ele teve para sentar, com postura reta e pernas juntas. Ao sentar, Eduardo sentiu sua camisola levantar atrás, sentindo apenas a cueca no assento da cadeira, o garfo balançava em sua mão trêmula. O irmão mais novo estava sentado ao seu lado, volta e meia ele olhava para Eduardo e depois para baixo, era fácil ver suas pernas completamente nuas. Sua mãe percebeu mas não disse nada. Após o jantar Eduardo foi logo para seu quarto.

 No dia seguinte, Eduardo acorda com sua mãe olhando pra ele com um olhar gentil, logo ele se vê com a camisola e fica envergonhado, trocando de roupa imediatamente. O dia passou rápido e logo veio a noite.

Eduardo - Chega mãe! Não quero mais dormir de camisola!

Mãe - Vai sim! E não vai mais querer tentar outra condição né? Sabe que não consegue, vai acabar ganhando outra camisola.

 Eduardo resolveu não tentar mais dormir sem tirar o pijama para não acabar com uma camisola ainda menor, então aceitou a derrota convencido por sua mãe. Logo ele saiu do banho esperando seu destino, mas teve uma surpresa:

Eduardo - Mãe! Cadê minhas cuecas? Não acho nenhuma!

Mãe - Então filho, coloquei todas para lavar hoje cedo, só mais tarde que reparei que a máquina de lavar parou de funcionar cheia de água e sabão.

 Eduardo sem ter opção foi pedir uma cueca pro seu irmão:

Irmão - Estou usando a última, ainda assim ficariam apertadas em você, fica sem mesmo.

 Visto que a camisola que deveria usar era a mesma da noite anterior, muito curta, ele reclamou com sua mãe:

Eduardo - Eu não posso usar essa sem cueca! Vai mostrar tudo!

Mãe - Calma! Não precisa se desesperar! Veste isso aqui! Toma.

Eduardo (arregalando os olhos) - Mas isso é uma calcinha! Não posso usar isso!

Mãe - Pode sim! Qual é o problema? Sua irmã nem chegou a usar essa, está nova!

Eduardo (quase chorando) - O que vão pensar de mim mãe?

Mãe - Já te disse que ninguém nessa casa vai contar a ninguém. Agora é você que sabe, se quiser ficar sem nada por baixo da camisola a escolha é sua.

 A mãe saiu do quarto. Eduardo sabia que o melhor a fazer era vestir a calcinha, derrotado ele pisou no tecido fino e macio, sentiu que era pequena, porém bem elástica. Era uma calcinha de cós alto, azul clara, com detalhes em renda nas pernas e estampa sutil.

 Ao puxar a calcinha, Eduardo sentiu que ela era um pouco cavada e não cobria toda a bunda.

Era igual a essa

Vista por trás
 Eduardo vestiu sua camisola, a mesma da noite anterior, e muito envergonhado foi para a sala de jantar. Com medo de que alguém pudesse ver que ele estava usando calcinha, ficou puxando a camisolinha para baixo, mas ao sentar novamente sentiu o contato direto com a cadeira, pois a camisola sobe atrás, só que de calcinha cavada sente ainda mais.

Mãe - A calcinha é bem confortável né?

Irmã - Ele está de calcinha?

Irmão (surpreso) - Você está usando calcinha Eduardo?

 Eduardo ficou vermelho de vergonha.

Irmã - É aquela azul pequenininha? Posso ver como ficou?

Eduardo (corado) - Claro que não.

Irmão - Está muito apertada?

Mãe - Por que o interesse?

Irmão (constrangido) - Não estou interessado.

 Após o jantar, Eduardo saiu depressa, porém com cuidado segurando sua pequena camisola. Ao se deitar, ele não pôde deixar de sentir a calcinha cavada entrando na bunda, era uma sensação nova pra ele, seu irmão na cama ao lado estava diferente, parecia querer perguntar algo, mas não falou nada e foi dormir também.