quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

O sonho de uma mãe - Parte 7

...continuação.

 Eduardo queria que aquilo fosse só um sonho, ou melhor, um pesadelo. Depois se mostrar para a pequena plateia de moças que o observavam no provador, experimentando vestidinhos, shortinhos, mini saias e blusinhas, sua mãe o humilhava ainda mais para a alegria da vendedora.

Mãe - Vou levar tudo! Agora vamos ver as lingeries.

 Eduardo quase caiu para trás.

Eduardo - Não mãe! Não me faça experimentar lingeries!

Mãe - Seu bobo, não se experimenta lingeries.

 Mas isso não o tranquilizou, uma vez que algumas das garotas que o observaram no provador o seguiam de longe empolgadas.

Vendedora - Aqui temos todo tipo de lingerie, é só escolher.

Mãe - Pode escolher Eduardo!

 Ele pensou que não dava pra passar mais vergonha, ter que escolher uma calcinha. Quando ele se dirigia para onde estavam as calcinhas maiores, ou cuecas femininas, sua mãe o direcionou onde só haviam as tanguinhas, as calcinhas mais sensuais.

Mãe - Somente as peças desse lado aqui!

 Eduardo não sabia o que escolher, só haviam calcinhas bem pequenas e sensuais, todas fio dental.

Mãe - Vamos logo! São tão lindas que não sabe qual você quer?

 Com muita vergonha pegou uma calcinha azul escuro de lycra com ajuste nas laterais, ele escolheu essa por ser lisa, sem babados ou rendas, porém era fio dental bem pequena, com bem pouco tecido.

Mãe - Já escolheu? Deixa eu ver!

 Sua mãe pegou a calcinha e segurou alto com as duas mãos, meio que intencionalmente para que as garotas que observavam pudessem ver. Eduardo queria que o chão se abrisse e o engolisse naquele momento.

Mãe - Calcinha bonita, mas agora pegue alguma mais bonita!

 Eduardo teve que escolher calcinhas de renda, com babados, lacinhos e de cores diferentes, todas sendo expostas por sua mãe, as garotas com as mãos na boca comentavam coisas entre elas.

Mãe - Agora os sutiãs!

 A mãe levou o derrotado filho onde estavam os sutiãs, ela mesma escolheu dessa vez, segurando as peças contra o corpo de Eduardo.

Mãe - Esses vão realçar seus pequenos seios.

 Finalmente terminaram as compras naquela loja, a vendedora ficou muito satisfeita com a quantidade de roupas que vendeu, a mãe, a irmã e Eduardo saíram da loja segurando várias sacolas. Eduardo queria ir embora o mais rápido possível.

Mãe - Vamos naquela loja de sapatos!

 Para Eduardo era hora de mais humilhação e constrangimento, para piorar, dessa vez quem os atendeu foi um jovem vendedor, que também ficou sem graça quando a mãe de Eduardo disse o mesmo que tinha dito a vendedora da outra loja.

Vendedor - Temos várias rasteirinhas! 

Mãe - Não, vamos ver os scarpins!

Vendedor - Scarpin? Sim, veja estes aqui! Que número ela... ele calça?

Mãe - Apenas 38.

 O vendedor logo trouxe os modelos para Eduardo provar.

Vendedor - Esse é o scarpin preto, bico e saltos finos de 10 centímetros.

Eduardo (espantado) - Tudo isso?

Mãe - Experimente!

 Eduardo calçou os sapatos que encaixaram facilmente em seu pé.


Mãe - Levante!

 Eduardo se levantou, logo percebeu o quanto estava alto e chamando a atenção, fazendo o vendedor olhar discretamente para o seu corpo, principalmente o bumbum que ficou bem empinado.

Mãe - Ande um pouco!

 Eduardo pensou que não conseguiria, mas andou muito bem para a primeira vez em saltos de 10 centímetros.

Mãe - Vamos levar, agora o próximo.

 O próximo era um modelo rosa, aberto, com fivelas no alto do calcanhar, uma pequena plataforma na frente e ainda mais alto que o outro, com salto de 12 centímetros.

Garota - Ele anda melhor no salto alto do que eu.

Mãe - Está bom, vamos levar. Já pode ficar com esses Eduardo.

Eduardo - Deixa eu ficar com os que eu já estava usando.

Mãe - Não, fique com esses para acostumar.

 Agora Eduardo sai da loja chamando ainda mais a atenção, principalmente dos homens que o viam por trás.

Eduardo - Por favor mãe! Vamos embora!

Mãe - Não antes de comer, vamos a praça de alimentação.

 Eles chegaram a praça de alimentação, o lugar mais movimentado do shopping, o que mais Eduardo temia naquele momento era encontrar alguém conhecido. Eles escolheram um lugar pra sentar no meio da praça de alimentação, enquanto se decidiam quando e onde iam comer, chegou uma garçonete com alguns pratos.

Mãe - Ainda não pedimos nada moça.

Garçonete - Quem mandou entregar já pagou adiantado. Era um rapaz bem vestido e bonito, ele pagou e foi embora.

Irmã - Nossa! Sério?

Garçonete - Ele mandou entregar esse papel para a jovem alta de cabelos curtos.

 A garçonete entregou o papel para Eduardo e serviu os pratos, no papel estava escrito apenas "Gostaria muito de te conhecer" e um número de telefone. Eduardo ficou muito sem graça.

Irmã - Eu não estou acreditando! Eduardo tem um pretendente!

Mãe - Kkkkkk, parece que sim!

 A mãe e a irmã riram com uma certa excitação, Eduardo ficou vermelho de vergonha e com raiva delas.

Eduardo - Que cara idiota!

Irmã - Não fale assim do seu futuro namorado!

Eduardo (nervoso) - Cale a boca! Eu não sou gay!

Mãe - Calma, ela está brincando, você poderia levar isso apenas como algo inusitado, pelo menos alguém te achou legal e não pagamos o almoço.

 Eduardo não conseguiu dizer mais nada, seus olhos se arregalaram e sua respiração parou quando ele viu Luana, sua colega de classe, filha de uma amiga de sua mãe, e para piorar, ela estava acompanhada de uma das garotas que estava na loja Beautiful Girl.

Mãe - Ei! Não passe mal aqui!

 Luana ainda não tinha o visto, estava procurando um lugar na praça de alimentação, mas sua amiga viu Eduardo e apontou, imediatamente ela reconheceu a mãe de Eduardo e resolveu se aproximar, para o desespero dele.

Mãe - Oi Luana!

Garota - Esse é aquele "menino" que te falei!

Luana (surpresa) - No-Nossa! É você Eduardo!?

 Eduardo estava em choque, não dizia uma palavra.

Luana - Desculpa o meu espanto, eu não sabia que ele era... tipo, que ele era...

Mãe - Tudo bem, agora você já sabe.

Eduardo - Por favor Luana! Não conte isso a ninguém! Eu imploro!

 Luana não sabia como reagir, apenas disse que tudo bem.

Mãe - Infelizmente já estamos de saída, até mais Luana! Mande um abraço para sua mãe.

Luana - Até mais. Tchau pra você também Eduardo.

 Eduardo continuou implorando com os olhos para ela guardar segredo e foram embora.

Garota - Você conhece o menino das lingeries?

Luana - Conheço, mas não sabia que ele era uma moça nas horas vagas.

Garota - Ele comprou cada roupa linda.

Luana - Oh, gostaria de ver como ficaram nele, fiquei curiosa.

 Eduardo, sua mãe e sua irmã encontraram seu irmão na porta principal do shopping e foram para o carro. O irmão ao ver Eduardo com os novos salto altos todo empinado, teve uma ereção e se ofereceu para carregar algumas sacolas, pôs na frente para disfarçar.

Eduardo (choramingando) - Isso não é justo! Agora Luana me viu e estou perdido. Minha vida acabou!

Mãe - Não seja tão dramático, vou conversar com ela e pedir para guardar segredo.

Eduardo - Por favor, explique para ela!

Mãe - Sim, é só continuar me obedecendo.

 Já era noite quando eles chegaram em casa.

Eduardo - Por que mãe? Por que não me comprou roupas masculinas?

Mãe - Faz parte do castigo.

Eduardo - Mas por que um castigo tão severo? Eu nunca fui mau.

Mãe - Considere como uma experiência, é melhor passar por isso sem reclamar.

 Eduardo foi tomar um banho, removendo o creme dos cabelos, o rímel e o batom. Ele foi ao quarto ciente de que deveria vestir alguma das camisolas novas.

Mãe - Vista aquele conjuntinho preto!

 Eduardo tremeu só de ver o babydoll transparente sobre a cama, ele pegou a calcinha que só tinha um pouco de tecido na frente, ao vestir sentiu o fio dental entrando todo no cuzinho, em seguida vestiu o sutiã brilhante sem alças, o babydoll parecia não pesar nada, era caído sobre os ombros, com fecho atrás como um sutiã, muito curto e totalmente transparente.

 Mãe - Não esqueça das meias!

Igual a esse

Visto por trás
Mãe - Calce os scarpins pretos para lacear!

 Eduardo involuntariamente estava quase tendo uma ereção por sentir o fio dental enfiado em sua bunda, mas ficou impotente com o constrangimento de descer as escadas e ser visto por seu irmão, que ao o ver Eduardo tão sensual, precisou ir ao banheiro se aliviar antes de jantar.

 Mais tarde, quando estava sozinho no quarto, lamentando o que estava acontecendo com ele, viu seu reflexo no espelho, ao mesmo tempo sentindo o tecido frágil que acariciava seu corpo, seu pequeno pau ficou duro, ele se deitou na cama, se esfregou um pouco, seu corpo tremeu com arrepios e acabou dormindo com a calcinha molhada.

12 comentários:

  1. E ai tifany a mãe ta cada vez mais severo com o Eduardo ,querendo um filho travesti que loucura, boa continuação, vc foi rapida para anunciar parte 7 bom demais to de olho no parte 8 todos os dias entro no teu blog.

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  2. Meninaaaa!!! Tá cada vez melhor! Continua logo!!!!

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  3. Quero ver quando a mãe vai mandar furar as orelhas para por brincos coitado e ir no colegio.

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  4. Eduardo cada vez mais menina,logo vai se entregar e saber que ser menina é bem melhor

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  5. Bem vinda de volta ao seu blog estava com saudades, adoro seus contos. São maravilhosos. Preste atenção nos contos anteriores, alguns ainda não foram finalizados.

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  6. Alguém conhece outro site com historinhas iguais as da Tifany?

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  7. Este comentário foi removido pelo autor.

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  8. Continuaaa queremos muito mais histórias

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  9. Até ano que vem dnv Tiffany :/

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  10. Puxa vida... quando começamos a gostar muito das hostorias... acabam interrompidas... entro todo dia pra ver se tem atualização... nada...
    alguém sabe de outro blog com contos bons como estes?

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